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Fábulas de Flowertia- Prólogo

   Assim como prometido, terminei o início do meu projeto, Flowertia.

  Eis aqui o prólogo do que vai se tratar esses contos, para quem quiser, estará disponível em PDF para quem quiser ler. Todo post novo estarei acrescentando a esse PDF, assim montando um ""livro"" das fábulas.

   Lembrando que estou aceitando críticas e farei o possível para agradar a todos OwO

Contos de Flowertia

 

   Flowertia, a maior concentração bioarcana de toda Runeterra e protetora dos segredos das Flores de Cristal.

   Outrora reconhecida como centro mágico de mais importância, agora se encontra perdida e esquecida dento das mais densas florestas Ionianas, a poucos quilômetros do rio nascente no Monastério Kinkou.

   Mesmo tendo sido criada antes mesmo das guerras rúnicas, a cidade que agora não passa de uma vila, ainda se mantém firme em suas atividades de pesquisa, descoberta e principalmente, proteção.

   É lá que se encontra uma das maiores forças mágicas naturais de toda Runeterra, a Rosa Âmbar, a Rosa da sorte.

Tal planta não parece ser mais do que um belo ornamento, porém, possui uns dos princípios mágicos mais misteriosos de todos, a sorte.

   Dizem que aquele que carregar uma dessas, jamais perderá no poker outra vez, porém é claro, não passa de sorte, não uma garantia definitiva.

   As lendas dizem que uma vez, o horizonte se apaixonou pelo céu, e naquela clareira, ele fez surgir 1.000 Rosas, e assim, o céu se uniu a ele.

   Por isso saibam que, se quiser ter 100% de sucesso, sem erros ou falhas, basta ter algumas rosas.

   Era tarde da noite, todos os pequenos insetos já estavam recostados em suas casas, as lagartas entravam em seus casulos, e as flores murchavam. Mais um dia se terminava em Iônia.

   Sthefan, o alquimista verde já se recostava na sua poltrona esfarrapada enquanto aguardava a sua nova pesquisa cozinhar em seu caldeirão de latão pendurado em sua lareira quando se levantou de repente.

   -Ah! Outro pesadelo, já não aguento mais eles- disse em meio a um bocejo.

   Antes que pudesse retornar ao mundo dos sonos, ou no seu caso, pesadelos, uma estranha espuma começara a surgir em seu “cozido”, o que o fez verificar se algo estaria errado.

   -Fare lare...-cuspiu seu bordão com desapontamento- errei a quantidade de Ambrósia de novo!

   Com visível tristeza, cambaleou até seu quarto onde se arremessou em sua pilha de trapas cujo nome era “cama”.

 

*

ALGO ACONTECERIA NAQUELA NOITE.

*        *        *

*

 

   Num moinho próximo aos campos laterais, uma figura se aproxima de forma muito vagarosa, por algum motivo, tudo aquilo parecia muito familiar para o misterioso personagem.

   A noite finalmente cedeu seu lugar a madrugada com o baque das portas do celeiro de grãos.

   Na manhã seguinte. Stephan acordou no mesmo horário de sempre, tomou sua xícara de chá de Tulipa, e se preparou para a colheita matinal.

   Todos os dias, Sthefan se ajeitava para coletar os grãos do moinho lateral, grãos que seriam usados mais tarde em suas pesquisas de potencialização.

   Quando chegou ao seu destino, ficou horrorizado com o que viu, todas os seus preciosos grãos para sua pesquisa tinha desaparecido!

   Com ar de desapontamento, questionou ao gerente, Mr. Scalff sobre o que diabos aconteceu com sua encomenda.

   -Pela Rosa Máter! O que aconteceu aqui? -Gritou-

   -Foi ele...-respondeu com ar de medo- aquela... coisa atacou de novo, roubou os celeiros, invadiu as casas, pisoteou os canteiros... não sei o que vai ser de nós.

   -Poxa...-disse o alquimista agora vermelho- eu não queria...

   -Você não tem culpa de nada. Eu sei como deve ser difícil pra você fazer toda essa bobagem da sua mãe.

   Mesmo extremamente ofendido, ainda acalentou o pobre agricultor roubado, afinal, um de seus maiores dons não era o seu conhecimento mágico, mas sim a sua hereditária...

Compaixão.

LINK DO PDF PARA DOWNLOAD: https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1chMLEqxQD5FEDI-tov8bdmdvBuHo_YNd

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