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{CONTOS ESCONDIDOS DO FIDDLESTICKS} - A TENEBROSA FESTA DE ANIVERSÁRIO -

Tempos Modernos/

Cidade próximo a Demacia - 17:00 da tarde.

-Está se adiantando para a festa surpresa da sua filha hoje?

-Sim, ela vai ficar muito feliz em saber que voltei da viagem. Duraram alguns dias, mas estou de volta.

-Ok, acredito que falta somente um pouco mais de diversão. Você como pai deveria saber disso, não é?, quer dizer, eu apenas estou falando que deveríamos investir mais um pouco na atração.

-Pensei que ela não fosse mais criança. São 16 anos. Mas o que está pensando? a festa começa em algumas horas.

-Soube que palhaços são ótimos em festas. Sei que pode contratar um, apenas isso. Vejo você na festa.

Essa tecnologia de comunicação por esse aparelho é boa. Ela está um pouco zangada comigo. Talvez eu ter viajado por um momento possa ter deixado ela com um humor péssimo. Sei que a distância é um pouco dura nessa época do ano. É quando viajamos para verificar o perímetro e buscar suprimentos para um possível inverno rigoroso. Mas volto ao meu objetivo, contratar um simples palhaço para tornar o aniversário da minha filha o melhor de todos. Que pai exemplar...

19:00

A festa havia começado as 18:00, tirando o fato de que haviam várias crianças aperreando o pai da aniversariante para que trouxesse o palhaço. Algo não tão difícil para agradar os pequenos. O sentimento de amargura da jovem moça para com seu companheiro se tornou algo extremamente óbvio para sua filha. Ambos sabiam que o tal relacionamento não ia tão bem, logo, o sentimento rondava no ar, procurando um hospedeiro para que se tornasse mais forte e consumisse todos ali presentes. De um lado, havia convidados, do outro, decorações e um grupo de uma possível banda, oferecendo uma música boa o suficiente para agradar a todos.

-Hora de cantar os parabéns. - Disse a mãe da garota que outrora ainda era uma "criança" aos olhos dos pais.

Todos ali presente se reuniram. Convidados que estavam na mesa agora se levantam em busca de um pequeno espaço perto do palanque, para assim assistirem tal comemoração. Certamente um momento único para os pais e familiares. O jovem pai da garota olhou repentinamente para uma figura atrás de um grupo de pessoas. Por um momento ele ficou em dúvida, até se atentar que era somente o palhaço tolo que havia buscado. O palhaço acenava e simbolizava com a mão que iria tomar um drink. Mas havia uma mesa na sua frente com todos os drinks possíveis, e o que ele fez foi caminhar na direção da cozinha.

-Sim, tolo. -Ele pensou.

A tradição de tal confraternização era que o aniversariante declarasse um desejo, algo que fosse relevante o suficiente para sua vida. A garota de 16 anos começou um breve discurso com o auxílio dos pais ao lado, e no último verso do seu discurso havia:

"Gostaria muito que meus pais parassem de brigar de vez em quando. Gosto muito deles, mas parece que eles sentem raiva um do outro a todo momento."

E tanto ela como os pais sabiam que tal sentimento era verdade. De repente um pequeno som vindo da cozinha da sala em que estavam. Os convidados já estavam aparentemente "chocados e confusos" com tal situação que estavam presenciando.

-Há alguém na cozinha?, vou dar uma olhada. -Disse o pai, constrangido e querendo sair daquela situação o mais rápido possível.

Os outros voltaram a cochichar e discutir sobre o que ouviram.

O pai da garota havia percebido que a música que a banda tocava, havia cessado juntamente com a melodia presente.

-Para onde foram (ele pensava).

Foi quando viu o que realmente havia acontecido. Corpos espalhados na cozinha com um corte violento em cada membro da banda. Seus rostos e seus corpos desfigurados. Por um momento o pai da garota se apoiou em uma estante na cozinha, ainda pensando no que poderia ter acontecido. Seu coração batia mais forte e seus dedos agora estavam tremendo. Ele não queria virar os corpos e muito menos ver os outros ataques brutais que tinha em seus órgãos. Havia sangue em todos os lados.

Ele se virou para a porta e entrou novamente no salão, e foi aí que as coisas ficaram mais estranhas. Havia parecido que não havia uma festa ali. Não se faz uma festa sem convidados. Todos haviam desaparecido, lançados ao vento. As portas estavam trancadas e a luz piscava no corredor do lado esquerdo. Ele andou em direção ao lado oposto e se deu conta de que os objetos estavam no chão, o discurso de sua filha anotado em um papel juntamente com a caneta em que sua mãe lhe entregou.

-O que pode ter acontecido? -Ele se perguntava a todo segundo. E as respostas soavam como uma dor imensa de que sua filha e sua esposa poderiam ter fugido sem ao menos se despedir.

Mas ainda havia algo ali. Uma mão grande de pelúcia se arrastava em meio ao chão se direcionando para o lado esquerdo do salão, onde agora a luz estava apagada completamente.

-FiDdlEsTiCkS aNsEiA pOr VoCê, pApAi...

A voz pavorosa e pertubadora se estendia pelo salão ampliada pelo eco.

-O que você fez com minha filha? -Perguntou o pai da garota. Agora em prantos.

-NãO fIz NaDa QuErIdO, VeNhA aTé MiM, A sUa QuErIdA EsPoSa.

A voz agora parecia mais forte. Ele sabia que a presença daquela "coisa" chamava a atenção, não era um ser humano.

Por um momento a coisa se revelou e se aproximou o bastante para que o pai da garota visse o que era.

-Palhaço? -Ele perguntou.

O palhaço que havia contratado agora estava ali, parado, olhando para ele.

Não houve reação por parte da criatura, mas ele já havia escutado sobre algo que se alimentava de sentimentos ruins em ambientes ruins em Runeterra. A festa não foi como havia planejado. O palhaço que havia contratado provavelmente estava morto agora, e aquela criatura havia tomado conta do seu corpo.

Ele rapidamente pegou a folha de papel e a caneta que estava ao seu lado, e escreveu o seguinte texto na parte de trás do papel:

"Não tive a chance de presenciar o amor da minha esposa e da minha filha como deveria. Senti amargura e falhei como pai ou talvez marido. Falaram que contratar um palhaço seria uma ótima ideia. Agora todo mundo desapareceu, a luz se apagou e tem algo rindo naquele corredor. Espero que possam encontrar essa criatura, pois..."

As últimas palavras não puderam ser escritas pelo rapaz sem antes a criatura o puxar para o corredor escuro. Fiddlesticks estava ali, Sorrindo, enquanto se alimentava da criança, da jovem moça e do rapaz. Os convidados? eram sobremesa.

QUERIA COMPARTILHAR COM VOCÊS ESSE MEU PEQUENO CONTO GUYS ❤️

Eddie S.S
1 RESPOSTA
Lukasporco05
Arauto
Arauto

Muito bom, se as skins tivessem um conto, esse certamente seria ótimo para se publicar. E lembre-se de sempre ver o corredor, CoIsAs HoRrIvEiS PoDeM aCoNtEcEr.