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Maaty
Tropa
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Fã recriação da Lore da Seraphine.

A multidão de pessoas se esbarrando e andando de todas direções, com diferentes sons, cheiros e cores de todas as direções. Um centro urbano lotado de fato, e no meio dele uma mãe tentando levar sua filha de cabelos rosa chiclete no meio dessa multidão, com as mãos tapando seus ouvidos e quase de olhos fechados.

- “Seraphine” – chamou a mãe três vezes até que sua filha destampasse os ouvidos e conseguisse olhar para o rosto da mãe. Continuou a mãe – “Seraphine, é difícil eu sei, mas nós vamos ao Doutor, ele vai nos ajudar”

“É muito barulho mamãe, não dá” – Suplicou a criança enquanto voltava as mãos aos ouvidos. A mãe segurou a filha no colo e continuou ao longo da grande multidão. 

Para muitos, o dom Arcano é uma benção com grande poderes e genialidade, mas se esquecem das limitações desses poderes.  Assim cresceu Seraphine, reclusa e de difícil comunicação, mas sempre cantarolando músicas, especialmente as canções de Ninar de seu pai. Filha de pobres Zaunitas que conseguiram por sorte entre milhares, condições quase descentes em Piltolver. Ainda que sua família não tivesse muito, era melhor do que a sujeira e nevoa tóxica de Zaun.

Com o tempo os pais tiveram a condição de comprar abafadores mágicos para a filha, grandes fones com uma pedra hextec que conseguiam inibir o barulho que Seraphine tanto se incomodava. Mas apesar de ajudar a filha com o incomodo, a menina já adolescente, pouco se comunicava com os demais, além de poucas palavras

Foi um dia, trabalhando na fábrica têxtil no centro de Piltover, que Seraphine começou a ouvir uma voz distante e ressonante mesmo com os abafadores. Assustada ela procurou de onde viria a tal voz. Depois de dias ouvindo a mesma voz, mesmo usando os abafadores foi quando ela percebeu, a voz vinha de dentro dos abafadores, mais especificamente da pedra azul cintilante que o aparelho contornava. Assustada, a menina retirou a pedra do aparelho. A pedra ressoava um som distinto que ela parecia compreender, foi quando Seraphine começou a cantar no mesmo tom que ressoava, até que a rocha, antes opaca começou a brilhar e se remodelar sozinha e forma uma pequena criatura em formato de inseto.

Foi assim que Seraphine conheceu Querubis, um antigo Brackern agora de tamanho e força reduzido, que logo começaria a treinar a garota a controlar seus dons, sem mais precisar de tecnologia Hextec para isso.

 

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Eu acho que Seraphine tem potêncial pra ter uma história legal, eu reescrevi a lore dela pensando na dificuldade que Seraphine tem com o Autismo, algo que eu vivencio e faz sentido para a personagens. Se as pessoas gostassem poderia até reescrever mais. 

Obrigado a todos que leram até aqui. 

1 RESPOSTA

legal