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A alma é a ferramenta que sempre tem que estar afiada (por soiieu/fan made)

   Olho para os lados, e vejo varis olhos me julgando e eu odeio isso 

   - Não estou gostando desse lugar Mauco - fala Evylinn, meu acuada por pela multidão 

   Mauco fala indiferente - eu falei que você não precisava vir - fale Mauco seguindo um sacerdote da serpente, que anteriormente, havia o convencido a conhecer o detentor da verdade 

   - Não sei porque você está tão incomodada - fala Ezeriel se deleitando com toda aquela cultura exótica - esse lugar é incrível! - 

   Evylinn estava realmente atordoada com todos aqueles olhares a observando, talvez não estivessem focando ela, mais  dela pensar que ela era o centro das atenções,  é o suficiente para a incomodar 

   O grupo continua acompanhando o sacerdote pelas largas estradas do templo, sempre sendo observados pela população do local, até o sacerdote da serpente parar e levantar seu cajado, em reverencia 

   - Chegamos - fala o sacerdote vestido de uma forma comum, sem seu traje de ritual - o destinado pode continuar, os outros ainda não estão prontos para conhecerem a verdade - ele fala e se senta no degrau na escadaria da entrada do templo principal 

   Ezreal puxa o ar para informar suas grandes feitorias, mas logo é interrompido por Mauco, antes que falasse coisas erradas 

   - Dessa vez o negócio é sério - Mauco olha para o templo a sua frente, como se estivesse se preparando para algo grande e desconhecido - se quiserem podem me deixar aqui, talvez demore bastante - fala ele olhando para o sacerdote, o sacerdote responde dando de ombros, ele respira fundo e antes de começar a subir as escadas ele fala - encontro vocês depois - e começa a subir 

   Ezreal fica olhando ele subindo junto a Evelinn, mas logo se dispersa procurando explorar aquele templo incrivelmente colorido e cheio de 'artefatos exploráveis' 

   - Ei Evi, vou ali rapidinho e já volto - fala ele quase fugindo da Evelinn em busca de outra aventura 

   Evelynn se prepara para responder, mas ez já estava longe, então se limita a apenas se sentar na escada e ficar olhando as pedrinhas em busca de passar o tempo 

   O sacerdote olha para aquele ser de pele arroxeada, visivelmente abatida, decide puxar uma conversa, para tentar acalmar aquela alma atormentada 

   - Você seria Evi? esse é seu nome? - fala ele olhando para a mulher de cabeça baixa 

- Na verdade é Evelynn - fala ela ainda olhando para as pedrinhas no chão - porque a pergunta? - fala ela seca 

Nada de mais - fala ele - apenas gostaria de saber o nome de um ser tão belo - fala gentil 

Evelinn olha para aquele homem, vestido de roupas esfarrapadas, o examina tentando achar algum perigo, e apenas fala - sou demais para você querido - e volta a olhas as pedras no chão 

   O sacerdote não se abala com aquela frase, pois já esperava algo assim - interessante, uma azacana da luxuria que não gosta de luxuria, isso é novo para mim - fala ele um tom zombeiro  

   Evelynn não se mexe - aonde você quer chegar tampinha? - fala ela em um tom mais imponente  

   -  quero sua atenção, poder entender essa raridade que esta do meu lado - fala ele dando um tempo - é um dos meus afazeres como sacerdote da serpente, entender tudo e a todos - 

   Evelynn dá um tempo, pega uma pedra no chão, olha para ela e a joga de canto - acho que não vai rolar 'senhor sacerdote' - 

   O sacerdote da olha para os lados, procurando ver se alguém escutaria aquela conversa, não havia ninguém naquela parte do templo - Eu apenas achei que você gostaria de saber porque seu amigo está tão diferente - fala com um pequeno sorriso no rosto 

   Evelynn levanta a cabeça rapidamente ao escutar essa frase, pensa um pouco e fala - e o que você sabe sobre isso em? - agora um pouco interessada no que o sacerdote tem a falar 

   O sacerdote se levanta e desce para ficar mais próximo de Evelynn - eu sei de muitas coisas, tudo nessa vida tem um motivo, uma razão e uma circunstância, e o destinado não foge disso, me conte, o que deseje saber sobre esse assunto, mas aviso, uma memória por outra -  

   Evelynn estava interessada em saber o que havia acontecido com Mauco em Demacia, tudo parecia certo, ele estava feliz, ela estava feliz, dois amigos felizes, mas daí veio aquela maldita nevoa e acabou com a felicidade, agora ela estava acompanhando alguém que ela parecia não conhecer mais que estava em uma missão que não fazia sentido 

   - E se eu tiver interessada, como funciona? - ela fala olhando para o sacerdote 

   Ele espreguiça as costas e fala - é fácil, você me fala algo importante para você e eu falo algo que você queira saber - ele fala levantando os indicados das duas mãos em ordem - uma memora por outra, como eu disse - e volta a posição de descanso inicial 

   - E o que você gostaria de saber? - fala Evelynn prestativa 

   O sacerdote se bota para pensar um pouco - bem, eu sempre quis saber de onde vem os azacanas, me fale sobre seu surgimento ser Evelynn - 

   * 'Ser Evelynn', realmente é uma nomenclatura a altura para uma divindade como eu, vou começar a usar, não sei como ninguém pensou isso antes * pensa Evelynn por um tempo, calculando os pros e contras - ok, deixe me ver, vou falar tudo que eu me lembro - fala ela realmente tentando se lembrar das sombras de onde saiu 

   O sacerdote estava com aparência extremamente curiosa e acena concordando 

   Ela parecia não saber por onde começava -bem, tudo que lembro de antes de eu virar a Evelinn, é, como posso dizer, moitas, muitas moitas - dá uma pausa - até achar uma mulher que estava lavando suas roupas em um riacho no meio da mata, ela fica lá tentando tirar uma mancha de sua camisa, nua - Evelynn sai de seu transe e olha para o sacerdote, totalmente focado na história  

   - Porque paraste? - fala o sacerdote totalmente fissurado 

   Ela volta a si - a sim, claro, e que eu nunca realmente tentei lembrar do meu passado, mas bem, vou voltar de onde parei - ela para tentando se localizar - a mulher estava nua lavando suas roupas, logo em seguida chega um homem, a beija, retira suas roupas para também as lavar, e os dois ficarão nessa, lavando as suas roupas, conversando, sabe? quando em algum momento, os dois começam a se abraçar e a se beijar, e em seguida a copular, aquela energia me atraiu, não sei como explicar, mas sabia que era aquilo que eu queria, então fiquei ao lado dos dois, me deleitando com aquela aura, quando acabou, eu queria mais e segui os dois por estinto até uma vila, e lá fiquei, esperando outra oportunidade para me saciar, de certa forma - Evelynn dá uma pausa tentando se recordar  

   - E? - o sacerdote fala gesticulando querendo mais 

   - se acalme - fala Evelynn se recordando - E, mas minhas andanças pela vila, eu achei uma mulher que exalava muita daquela energia que eu queria, então comecei a seguir ela a todo lugar, ela copulava várias vezes ao dia, com todo tipo de pessoa, sempre tinha pessoas para copular com ela, e nessa eu fique por muito tempo, até a mulher desaparecer, quando eu comecei a ficar com fome, eu imitei aquela que eu perseguia e acho que foi ai que realmente me tornei um demônio, porque as pessoas começarão a me ver, me tocavam e eu adorava, bem, adoro - ela fala tendo boas lembranças - acho que é isso, assim que eu me tornei a Evelynn - 

   - Então você está me falando que era um espirito, e se tornou 'material'? - 

   - Sinceramente, eu não sei, é isso que eu lembro - fala ela sinceramente  

   O sacerdote se reclina, parece pensar em várias coisas - parece que temos um negócio, o que você quer saber sobre seu 'amigo' - fala ele falando amigo de forma diferente 

   Evelyn estranha - porque você falou ‘amigo’ diferente, está insinuando algo? - fala ela agora mostrando seu lado obscuro 

   O sacerdote logo se arrepende de sua imaginação fértil - Desculpe, fui longe demais, não quis insinuar nada - fala ele se defendendo  

   - Humrum, sei, e em relação ao Mauco, eu quero tudo - 

   - 'Tudo' oque? -  

   - 'Tudo' de tudo, o que você sabe, fala logo - fala ela quase pulando nele - eu falei o que você queria, agora fale o que eu quero! - 

   - Ok ok, calma aí - o sacerdote se levanta, vai para frente, olha ao redor, volta e se senta novamente ao lado de Evelynn - tudo de tudo, esse tal de Mauco que você conhecia não existe mais, ele morreu, e o que resta agora é o que chamamos de 'dormus' - ele fala sério 

   Evelynn escuta sem entender direito o conteúdo da frase - tudo bem amor, entendi, e o que isso significa? - 

   - hum - fala ele pensando, tentando traduzir para uma pessoa fora de seu mundo - você já ouviu falar das ilhas das sombras? - Evelynn acena concordando - então você deve conhecer a tormenta e o que ela faz, aquilo que acontecer ao redor de valoran foi a tormenta saindo dos arredores das ilhas das sombras, como?, não sei, não era para ter acontecido, mas aconteceu, e isso que você chama de Mauco, não é o Mauco que você conheceu, ele tem a aura de um 'sem alma', porem ele ainda é ele, não sei realmente muita coisa ainda, mas ele ta diferente definitivamente, agora vai me falar que você não sentiu isso, o gosto dele não está diferente? você sendo um 'demônio' deveria saber disso mais que eu - 

   * realmente, estava diferente * pensa ela - então você está me falando que essa tal de tormenta pegou a alma dele,  que não? - 

   - Por aí, isso é muito raro, tanto que é o primeiro caso, tanto que eu fiz vários testes nele para ter certeza, só confirmarão que ele é o destinado - fala o sacerdote - é isso, tudo que eu sei sobre seu amigo, aposto que estamos botando muitos peixes em um mesmo cesto, deve ser algum motivo aleatório que fez ele se tornar o destinado, mas quem sou eu para julgar a sorte, ela está sempre do lado certo, fazer o que - agora dando de ombros 

   Evelynn parece aceitou bem a informação - mas você te... - Aí chega o Ezreal com seu estilo peculiar 

   - E aí gente,  vim ver como vocês estão, pá - ele fala se aproximando  

   O sacerdote olha fundo na alma dele e fala do nada - museu na minha língua é 'palecate', e está para o lado esquerdo, ao lado do mercado principal 

   Ezreal parecia feliz com a resposta - valeu parceiro - e volta para a praça, em busca de mais exploração  

   os dois esperam o Ezreal se afastar para voltar ao assunto 

   - Como você sabia? - fala Evelynn curiosa  

   - Uma das vantagens de ser um sacerdote da serpente, e o que eu acho o que você deve fazer, tem que apoiar ele até quando quiser, porque se você está se sentindo estranha, ele deve estar inda pior, imagina você ser você, mas sem o que faz você ser você, deve ser uma loucura, se ele ainda não enlouqueceu é porque ele deve ser muito duro na queda, não é verdade? - 

   - Realmente, ele é bem duro - fala Evelynn processando o que o sacerdote falou 

  - Mais algo Evelinn? - fala o sacerdote, verificando se havia feito outra troca intelectual bem sucedida 

  - Não, realmente essa conversa foi de grande ajuda - fala ela muito pensativa 

   Se passa um tempo de silencio enquanto o sacerdote deixa Evelynn processar todos os fatos, e Ezreal volta novamente esfregando a cabeça, em busca de localização 

   - Éééé, poderia falar novamente onde fica esse tal de 'palencati'? - 

   O sacerdote se estica e levanta - bora que eu te mostro onde fica -  

   Ezreal olha para ele estranhando - mas você não tem que garantir que ninguém entre dentro do templo? - 

   - Até tenho, mas ninguém tem bolas para enfrentar a detentora de nagacáboros - ele fala andando, olha para a Evelynn, muito pensativa sobre tudo que passou no passado, depois da tormenta global - que tal nos acompanhar, aposto que ele vai sair muito melhor que entrou, você vai adorar ver nossa moda indígena, pra tirar essas minhocas da cabeça - 

   - Queridinho, assim eu não gosto, mas eu me interesso pelas armas tribais - fala ela se levantando  

   Ele olha fundo na alma de Evelynn - você sabe que nossa tribo é guerreira, então nossa moda envolve armas e armaduras - 

   - Pera aí, quer dizer que vou poder estudar armamento das serpentes? perfeito, já devia estar lá - fala Ezreal ainda mais animado com o museu 

   Evelynn fica ao lado de Ezeriel - aposto que ja estaria la se tivesse um mapa amorzinho -  

   - Que heresia Evelynn, falando novamente que eu preciso de um mapa, sou um explorador renomado, mapas são para os não exploradores como você - fala Ezreal se gabando por ter acertado 1 ou 2 vezes o caminho, desconhecido e inexplorado, coisa que todos conseguem 

   O sacerdote fica a espera paciente na entrada do templo, esperando os dois se aproximarem para guiarem eles pelas estradas e praças até o palecate , ele poderia ser o melhor de todos os sacerdotes, mas ele se orgulha mesmo é ser um agente turístico habilidoso, que arrancava até o ultimo dobrão dos turistas, ou em alguns casos, fazia eles repensarem todo o conceito de vida 

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