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Conto de Yagura O Portal Corrompido

Bom, seguindo a minha pequena serie de tópicos com a personagem Yagura que eu criei ( Quem não viu, eu criei uma pequena lore geral dela, as  habilidades detalhadas e as interações dela, é Só ir no meu perfil que ta la pra quem se interessar 🙂  )

Espero que gostem

 

 

 

 

 

                  O Portal Corrompido

 

Yagura caminhava por um dos vários grandes bosques intocados e selvagens  de Ionia , o que sempre fazia em seus dias livres , quando não estava manipulando portais ou guiando quem quer que precisasse de sua ajuda.

   De todos os lugares deste pequeno planeta , essa região era sua favorita. Yagura não podia deixar de se impressionar com a magia que aquelas vastas florestas emanavam comparado a todo o resto daquele mundo.

   A deusa teve que se concentrar de novo. Não havia ido la para apreciar Ionia. Havia sentido um de seus portais desaparecer subitamente naquelas redondezas, e estava la para verificar a causa. 

 Após ela andar horas e horas a fio através da imensa e densa floresta ioniana, Yagura acabou por perceber que encontrava-se em uma clareira de árvores mortas, com grandes troncos distorcidos e folhas amareladas e secas. Como se um fungo estivesse se alimentando da seiva magica dessas árvores.

 '' Bom, acho que estou perto do que quer que tenha destruído meu portal '' pensou ela, e se adentrou na mata morta .

  Após alguns passos dentro da mata, a deusa começou a sentir uma presença venenosa, o ar em sua volta foi se tornando cada vez mais e mais seco e venenoso conforme ela andava e começava a vislumbrar um grande e extremamente deformado portal que brilhava num tom roxo nauseante... o seu portal .

  ''Nao é possível purifica-lo , infelizmente terei que destrui-lo  '' disse Yagura amargamente.

  Mas antes que desse tempo de manipular a magia a sua volta, o portal se expandiu  virando uma grande fissura roxa, o ar começou a ficar acido, dificultando a respiração ( o que teria matado qualquer humano, não fosse Yagura uma deusa) e um cheiro nauseabundo tomou conta da clareira, matando todas as árvores e deixando-as iguais as que vira na entrada da clareira. Logo após isso, um enorme vulto sombrio e repulsivo saíra da fissura , uma criatura abissal e disforme , com cabeça achatada e dois pares de olhos cegos, sua pele era reptiliana e de tom levemente roxo. A criatura se apoiava em 3 pares de patas traseiras e perto da cabeça, levemente mais alta que o corpo, estava um par de pequenos braços e no lugar das mãos , laminas  feitas de pura quitina e do que quer que essas criaturas sejam feitas, se alongavam como adagas de laminas duplas de meio metro.

  ''O Vazio... Eu deveria ter imaginado. Só essas criaturas abissais poderiam ter corrompido meu portal a tal ponto '' pensou Yagura, e logo depois rosnou: '' Saia do meu caminho monstro, ou eu não vou ser tão benevolente com você ''

   A criatura rugiu , um rugido agudo capaz de deixar surdo qualquer humano. A deusa duvidava que a criatura tivesse alguma inteligência, ou se apresentava outro instinto alem da fome sem fim que todas essas criaturas abissais apresentam ter.

   ''Eu sou uma deusa pacifica ,Cria do Vazio, mas ninguém que faz isso com um de meus portais sai impune'' disse Yagura, logo depois manipulando a vontade do monstro contra a dele mesmo, o fazendo se auto-atacar , rasgando a própria pele, fazendo sair das feridas um liquido acido verde. Logo depois, a deusa o explodiu em pura magia e passado a ofuscante luz da explosão magica, a criatura se encontrava morta. Graças a magia da deusa, ela começava a sumir, desde o corpo ate o sangue acido espalhado pela clareira.

  Yagura observou enquanto a carcaça da criatura se dissolvia no ar, e depois voltou sua atenção para o portal corrompido, o encarando com um semblante triste e pensativo,como sempre ficava quando tinha lampejos do futuro. Sabia que não poderia esperar que todos os monstros que viriam futuramente fossem tão fracos quanto este peão de espionagem...os filhos do vazio estavam se adentrando em Runeterra, e nem ela conseguiria impedir isso por muito mais tempo.

   Yagura andou decidida ate o portal, levantando a mão e pousando-a na abertura da fissura. Pôs a outra no final da fissura e murmurou palavras de um dialeto há muito esquecido. Suas mãos começaram a brilhar, uma luz pálida e reconfortante , como a luz da lua, e fez como quem costura um rasgo num tecido. E o portal desapareceu , levando consigo todo o ar acido, o cheiro nauseabundo e o veneno que cobria todas as árvores em volta da clareira embora tenha deixado uma cicatriz que a terra nunca ira esquecer.

  Ela sabia que era apenas questão de tempo ate que todas aquelas vastas terras começassem a sofrer por uma cicatriz que perduraria por milénios. Mas ela jamais seria esquecida...

 

 

 

 

  

 Notas de fim de capitulo

 

Sinceramente, adorei inventar esta historia 😛

vou ver se consigo pensar em outro conto, so pra fazer esse, passei o dia inteiro pensando em trechos disso e daquilo que eu deveria colocar, outro que deveria que tirar e as correçoes ortograficas alem de colocar uma boa historia bem explicada 🙂

Deixem a sua opiniao nos comentarios para eu saber se estao gostando ou se querem que eu pare 😞

Agradeço por ler ate aqui 🙂

 

Agradeça teu suporte.
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