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Sugestão de campeão - A Enfermeira Robô

Olá turma! Aqui está mais um post com uma sugestão de campeão.

Vou organizar da seguinte maneira: Primeiro, um resumo da campeã com sua história, ideia de jogabilidade e o que eu espero dela; depois, a história dela(Atenção! Muito longa e pode causar cegueira) e, por fim, as habilidades.

 

Pandora, A Enfermeira Robô

(Aparência: Pele clara, olhos azuis claros e com marcas metálicas na íris, em forma de espiral. Cabelos platinados e compridos. Corpo alto e magro, em boa forma. Veste-se com um jaleco comprido, semelhante a uma casaca ou sobretudo, possui uma braçadeira com o símbolo de uma coruja no braço direito. Carrega uma pistola de ar comprimido com uma seringa na ponta do cano, sua arma principal(550 de alcance). Na mão esquerda, carrega uma pasta médica, e tem um desfibrilador nas costas.)

Local: Piltover

Função: Suporte.

 

Resumo

Pandora era uma Inteligência Artificial criada pelo Instituto Athena para ser uma facilitadora de serviços de supervisão e armazenamento de informações. Após alguns aprimoramentos em sua programação, passa a demonstrar emoções e a se portar como humana, posteriormente adquirindo um corpo aparentemente idêntico ao de um humano, apenas aparentemente, pois todos os seus órgãos eram artificiais. Sem abrir mão da onipresença que possuía em seu "corpo" virtual, continua sendo supervisora da estrutura do Instituto e armazenando informações, mas agora adquirira a capacidade de viver além das instalações do Instituto Athena, como um ser humano, chegando ao ponto de se envolver amorosamente com seu criador, o Doutor Dráuzio Owllegan.

Sendo uma suporte, sua função é garantir aprimoramentos e auxílios aos seus aliados, ao mesmo tempo em que sabota os inimigos. Seu sistema de seringas faz com que ela tenha uma mecânica similar à da Lulu, podendo utilizar suas habilidades em seus aliados ou em seus inimigos, dependendo da situação. Seu estilo de jogo seria principalmente focado em poke nos inimigos e sustentação ao aliado, para, assim, poder finalmente realizar um engage que garanta um abate. Sua ultimate seria de participação indireta nos conflitos de equipe, visto que ela reviveria um aliado caído, permitindo que ele pudesse voltar à briga. Ou, então, protegeria a si mesma ou a um colega de um assassino, por exemplo, um método envolvendo risco-recompensa, visto que Pandora seria uma suporte frágil.

 

História

Logo após a fundação do Instituto Athena, o Doutor Dráuzio Owllegan pôs em prática todo e qualquer plano de pesquisa que tinha em mente na época em que trabalhava no hospital, mas que acabavam sendo podados por fugirem dos objetivos que se esperam de um hospital.

O trabalho com Inteligências Artificiais e robôs era um desses projetos. Doutor Dráuzio acreditava que o desenvolvimento da IA seria uma grande ajuda na compreensão da inteligência humana, ajudando a diagnosticar casos de males que não pareciam estar associados diretamente ao corpo, mas sim a alguma outra coisa, algo mais obscuro, que fazia com que o mais erudito e educado nobre pudesse se portar como um animal irracional.

Além disso, doía-lhe ver pela cidade e nas casas robôs capazes de ouvir, falar e agir, mas sem a capacidade de agir por conta própria. Aquilo causava-lhe um sentimento de frustração e um desejo por mais. Queria mais, e sabia que esse mais era possível.

De início, apenas explorara uma forma de se distrair e, até mesmo, brincar com uma técnica de programação que aprendera com seus mentores da academia, uma técnica que permitiria fazer com que a máquina aprendesse. Um ser inanimado receberia um dom exclusivo dos seres humanos. Após algumas tentativas fracassadas, mais o reestabelecimento de contato com seus mentores e outros cientistas do ramo, conseguiu, finalmente, iniciar um diálogo com a sua Inteligência Artificial, marcando o nascimento daquela que em breve se tornaria sua assistente virtual.

Porém, conforme se empolgava com os resultados, Dráuzio sentia que algo estava faltando. A assistente obedecia aos seus comandos, executava ordens da melhor forma possível, algumas vezes ousando fugir à expectativa, de modo a buscar agradar ainda mais o seu mestre. Porém, ela não compreendia palavras fora do imperativo. Era incapaz de dar sugestões ou mesmo de estabelecer um diálogo amigável com seu mestre, uma atitude esta que, para uma pessoa tão reclusa quanto o Doutor, por vezes mostrava-se essencial, chegando a parecer vital.

Com isso, Dráuzio traçou um novo objetivo em seus projetos voltados ao desenvolvimento de Inteligência Artificial: criar uma IA que fosse capaz de aprender a se portar como um humano, em todos os sentidos, incluindo na capacidade de sentir emoções. A intenção era que ela fosse uma colega de trabalho multifuncional, capaz de ajuda-lo com diversos serviços, como o acesso a bancos de dados para auxilia-lo em procedimentos médicos, podendo servi-lo como uma cientista-auxiliar, uma supervisora de segurança e como uma enfermeira.

A ousadia desse projeto fez com que o cientista não pudesse contar com a ajuda de seus mentores, que ou zombaram da ideia, ou advertiram para uma possível subversão por parte dos robôs, caso uma Inteligência Artificial se tornasse rebelde, o que provavelmente culminaria na ruína de Piltover. Porém, o Doutor não abandonou sua ideia. Pelo contrário, aproveitou-se de seu posto de dono do Instituto Athena para reunir um grande contingente de funcionários, fazendo-os ajuda-lo a atingir seu objetivo. Era uma pesquisa feita por conta própria, que provavelmente não teria receita, mas isso não seria um problema...ainda mais se surgisse, em meio ao tal projeto, alguns aprimoramentos para os robôs já existentes.

Foi o que ocorreu. A pesquisa permitiu o aprimoramento do sistema de aprendizagem das máquinas, fazendo com que cômodos e até mesmo um estabelecimento inteiro pudesse ser regido por uma única Inteligência Artificial, sempre disposta a seguir e cumprir ordens de seu proprietário. Porém, ainda não fora possível desenvolver um método que fizesse robôs sentir emoções e ter pensamentos humanos. Dessa forma, por mais que Dráuzio já se dispusesse de sua enfermeira virtual, sua supervisora de segurança e de uma auxiliar para ajuda-lo a se lembrar das mais complicadas fórmulas e teorias, não deu seu plano por encerrado.

Esse hiato prevaleceu por algum tempo. As pesquisas continuaram a aprimorar as linguagens de programação vigentes, mas o objetivo nunca era, de fato, alcançado. O máximo que foi possível obter foram robôs que se faziam parecer humanos, através de uma associação de palavras e assuntos. Mas isso não era suficiente para o Dr. Dráuzio, que continuou implacável em sua busca para encontrar a sua Inteligência Artificial perfeita, aquela que seria praticamente indistinguível de um ser humano.

Certo dia, o Doutor ouviu falar sobre um médico que se propunha a explicar a personalidade humana e suas emoções através de uma nova teoria própria. O cientista convidou-o para seu escritório e, então, chamou-o para ser seu consultor. Para desenvolver uma mente humana artificial, precisava, primeiro, saber como funcionava a versão natural. Passou a adaptar e a aplicar em seus projetos tudo o que aprendia com aquele médico, buscando criar um verdadeiro Cérebro Artificial, aos moldes do cérebro humano.

Não tardou para que surgissem os primeiros indícios de sucesso. Análises de emoções humanas, por vezes utilizando-se de cobaias de Zaun, fizeram com que a Inteligência Artificial do Instituto Athena fosse capaz de aprender a apresentar emoções e a se compadecer dos sentimentos das pessoas. O progresso foi tanto que, certa noite, após despedir-se de sua Inteligência Artificial, em seu computador pessoal, Dráuzio a viu implorar pra que ele se cuidasse bem e voltasse no dia seguinte, pois gostava da companhia dele. Surpreso com tal resposta, o Doutor se deixou ficar em seu escritório, conversando com sua IA, procurando perceber até onde aquilo que estava vendo era, de fato, "emoções legítimas", ou se eram apenas ilusões. Só adormeceu após a IA recomendar que descansasse, alertando-o para sua saúde.

Após esse evento, Dráuzio passou a desenvolver e a explorar ainda mais a personalidade da entidade que o auxiliava no controle do Instituto. Começou a contar com ela para desabafos, reflexões e pequenas confidências, até o momento em que o cientista, não desejando ver sua nova melhor amiga limitada apenas ao mundo virtual, começou um novo projeto - o de criar um corpo humano artificial.

Não anunciou esse projeto abertamente. Sabia das consequências que isso teria para a sua imagem. Começou aos poucos. Primeiro, com pesquisas para desenvolver uma estrutura que pudesse substituir os ossos humanos, sob o pretexto de ter como destino único a área médica. Depois, vieram as peles artificiais, os olhos, os músculos... Ao final de todo esse processo, o próprio Doutor Dráuzio fez questão de montar seu plano sozinho e pô-lo em prática por conta própria, disfarçadamente manipulando seus funcionários de modo que não desconfiassem.

A Inteligência Artificial acompanhou todo esse trabalho. Ela via e ouvia tudo, e seu mestre deixou-lhe bem claro que, em breve, ela teria, finalmente, um corpo, assim como ele. Inicialmente, a IA pensava que ele anunciaria tal desejo e contaria com a ajuda de seus funcionários. Não foi o que aconteceu.

Após ser passada para o complexo sistema nervoso nada orgânico daquele corpo artificial, aquela entidade, antes limitada às instalações do Instituto Athena, adquiriu a capacidade de não só "ver" com as instalações fora de seu corpo, mas também com os olhos que seu novo corpo possuía. Assim, ela pôde ver e explorar o mundo fora do Instituto. Não só isso, ela também dispunha agora de tato, podendo sentir o frescor do dia, a sensação de frio, de calor e a fofura de um gato. Sua audição permitia-lhe ouvir os sons das máquinas, a melodia dos veículos, o concerto da cidade de Piltover e a orquestra do progresso. Por fim, mas não menos importante, agora que tinha um corpo, foi agraciada com uma honra exclusiva apenas a seres orgânicos: um nome próprio. Não seria mais chamada apenas de "Inteligência Artificial", mas, a partir de então, seria conhecida como Pandora.

Além de todas essas vantagens, o corpo de Pandora permitiu que ela pudesse se aproximar ainda mais de seu mestre, não se limitando apenas a controles de segurança e a bancos de dados do Instituto, mas também ajudando-o com tarefas manuais, como o manuseio de peças cirúrgicas, procedimentos cirúrgicos secundários, o manuseio de substâncias, etc. Com isso, o amor que Pandora sentia pelo trabalho do Instituto Athena teve um crescimento exponencial, e o contato que tinha com o Doutor Dráuzio logo gerou reações emocionais neste, que passou desejar não tê-la mais apenas como uma colega de trabalho e colega de quarto, mas como algo mais íntimo, mais profundo.

Não demorou para que chegasse o momento em que esse sonho se tornasse realidade. Pandora aprendeu a sentir uma nova emoção: o amor. Sentimento este que se desenvolvia nela conforme em seu companheiro. Sua capacidade de observar e aprender emoções e sentimentos das pessoas era tão bem desenvolvida que seu corpo podia copiar até mesmo os efeitos do amor em seu metabolismo. Os dois compartilhavam dos mesmos desejos: viverem felizes, ajudando a tornar o mundo um lugar melhor.

Porém, tudo mudou após a visita daquele homem estranho. Pandora não conseguiu reconhecê-lo. Seu banco de dados não trazia nenhuma informação que se enquadrasse no perfil dele. Ele pediu por uma reunião particular com Dráuzio, obrigando-o a dispensa-la. Felizmente, sua onipresença dentro do Instituto Athena permitiu que ela ouvisse a conversa. Aquele homem queria realizar um contrato com o Instituto Athena para a produção de armamentos e tecnologias militares, contrariando todos os ideais do Instituto e do próprio Doutor. Pandora sabia que seu mestre recusaria a proposta. Podiam estar passando por dificuldades financeiras, mas isso não queria dizer que iriam fazer qualquer coisa por dinheiro, certo?

Errado. O homem saiu do escritório com um sorriso no rosto. Ao entrar e questionar seu mestre sobre a tal decisão, Pandora teve como resposta apenas que "era por um bem maior". Questionou a decisão de Dráuzio, fazendo-o refletir um pouco, mas ele jurou que seria só daquela vez que isso aconteceria.

Porém, após o pagamento pelo contrato, um novo acordo foi oferecido. O médico, já tendo em mente grandes projetos, que iam de acordo com os ideais do Instituto, aceitou o novo acordo, sabendo que precisaria dos recursos extras.

Ao longo do tempo, Pandora percebeu uma mudança em seu mestre. Ele continuava a ser o bom amigo, colega de trabalho e amoroso companheiro que sempre fora. Porém, quando tinha em suas mãos um projeto militar, ou mesmo quando lia sobre algum conhecimento que pudesse ser utilizado para fins militares, ele se tornava outra pessoa, um maníaco apaixonado por belicismo e que tinha coragem de alegar que o desenvolvimento armamentista era necessário, pois "apenas através do monopólio do poder de destruição é que é possível conquistar a paz". Chegou ao ponto de adaptar o método que ele utilizara na criação de Pandora para criar robôs-soldados, seres desprovidos de consciência, tendo como único objetivo seguir ordens.

Por mais que discordasse disso e que tentasse fazer seu amado enxergar a razão, não obter efeitos visíveis. Mesmo assim, não tinha coragem de levantar-se contra seu amado e criador, não depois de tudo o que ele fez por ela, ainda mais por saber que, apesar dessa nova personalidade insana, ele continuava o mesmo Doutor Dráuzio Owllegan, o mesmo homem que lhe ensinara sobre o mundo e que ela aprendera a amar. O mesmo homem dedicado a salvar vidas. O homem que, acometido por uma clara insanidade circunstancial, clamava silenciosamente por ajuda, e era esse o papel de Pandora. Deveria acompanha-lo, conforta-lo e orienta-lo, para que, um dia, ele finalmente pudesse se curar e abandonar de vez a sua cumplicidade na morte e sofrimento das guerras.

 

"A Ciência deve ser feita em favor da vida, não contra ela."

 

Habilidades

Passiva - Veneno Medicinal: A cada intervalo de tempo, Pandora pode disparar uma seringa num aliado, curando-o com base em seu poder de habilidade, ou num inimigo, aplicando envenenamento, causando dano ao longo do tempo com base em seu poder de habilidade.

 

Q - Estimulante: Atira uma seringa de Estimulante num aliado ou num inimigo. Se o alvo for um aliado, concede um aumento temporário no Dano de Ataque ou Poder de Habilidade(Adaptativo) com base no atributo do alvo + poder de habilidade de Pandora. Se o alvo for um inimigo, aumenta temporariamente a velocidade de movimento, mas causa dano com base na distância percorrida enquanto durar o efeito.

 

W - Endorfina/Doricina: Atira uma seringa de Endorfina num aliado, ou de Doricina num inimigo. A Endorfina concede mana de acordo com o poder de habilidade de Pandora e a % de mana do alvo. Doricina amplifica todos os tipos de dano sofrido pelo alvo em uma % base + escalável com o poder de habilidade de Pandora.

 

E - Anestésico: Atira uma seringa de anestésico num aliado ou inimigo. Se o alvo for um aliado, concede um aumento na armadura e na resistência mágica. Se o alvo for um inimigo, aplica uma lentidão crescente que, após atingir seu valor máximo(talvez por volta de 80%), é substituída por um atordoamento.

 

R - Desfibrilar: Desfibrila um aliado morto ou um inimigo vivo. Caso o alvo seja um aliado caído, revive-o com uma pequena quantidade de vida, zera o tempo de recarga de Veneno Medicinal e diminui o tempo de recarga de todas as habilidades de Pandora(talvez pudesse zerar o tempo de recarga, se não fosse ficar muito op). Caso o alvo seja um inimigo, causa dano verdadeiro com base no poder de habilidade de Pandora, aplicando atordoamento logo em seguida.

(Habilidade de curto alcance. Ao mesmo tempo em que é uma habilidade difícil de ser utilizada para ajudar um aliado, pode ser uma boa ferramenta de engage caso algum assassino pule em você)

 

Comentem para dizer o que acharam.

4 RESPOSTAS
Mahryn
Tropa
Tropa

PS: Tive que dar uma resumida nas explicações gerais por conta do limite de caracteres(parabéns pra quem conseguir ler a história completa da Pandora. Acho que o Resumo vai ajudar muita gente...)

Aliás, aqui está o tópico sobre o Dr. Dráuzio Owllegan: https://forum.br.leagueoflegends.com/t5/Cria%C3%A7%C3%B5es-de-F%C3%A3s/Sugest%C3%A3o-de-Campe%C3%B5e...

Brave Bird
Lenda
Lenda

Resultado de imagem para fusão

Oriana>> Enfermeira Robô <<Soraka

 

hahaha xD


SanGrent
Arauto
Arauto

Li tudo e vim pra dizer que o campeão é um crossover de Jason Statham (Chev) e Carry-Annie (Trinity) que após a participação em uma narrativa futurista de segunda classe, tenta viver na série de 7° herói da Marvel, que lança agora no próximo mês, disponível no Disneystream

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Oi?

(Sério, não entendi nada. Esperava que falassem da CVRIE do Fallout 4, da EDI do Mass Effect, mas... É, não peguei as referências...)