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Nicerina UwU S2
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08/03 - Feliz dia das Mulheres!

Saudações, galera! Espero que estejam bem! ^-^  

Antes de tudo, feliz Dia da Mulher a todas que fazem parte de nossa comunidade e as de suas famílias!

 

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Hoje é um dia muito importante em que refletimos e celebramos nossas conquistas por direitos, nossa força e grandeza em tudo o que fazemos, inclusive no mundo dos games, onde temos crescido e somos peças chaves para seu sucesso! 

Apesar de ainda termos muito o que conquistar, de acordo com a Pesquisa Game Brasil (PGB) de 2020, nós mulheres representamos 53,8% de todo o público gamer! Sim, mais da metade! \o/ E aqui nós jogamos, assistimos, streamamos, criamos conteúdo, ensinamos, competimos, estudamos, trabalhamos, desenvolvemos..! ❤️

Inspirada nisso e no dia de hoje, trago a vocês um pouquinho sobre algumas mulheres que trabalham para a Riot BR, e que com seus trabalhos tornam possível todos os jogos da Riot literalmente existirem e são grandes inspirações nesse universo (e em outros)! 

Espero que gostem de conhecer um pouco sobre essas mulheres incríveis e seus trabalhos! Lembrem-se de que tudo é possível e vocês podem sim alcançar seus sonhos pessoais e profissionais! ❤️

 

 

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Nome: Ana Paula Gagliardi - Zelda!

Idade: 27 (quaaase 28!)

Campeões favoritos: Neeko é minha preferida da VIDA, mas minhas Campeã com maior maestria (mais de 400k cada) são Lux, Anivia e Ahri ❤️

Flash no D ou no F? | Vandal ou Phantom? Flash no D, SEMPRE. Me dou melhor com a Phantom! 
 
Jogos favoritos: Zelda é absolutamente TUDO pra mim. Abaixo dele, tenho minha "trinity force": Monster Hunter, Fire Emblem e Pokémon!

Passiva: Tenho a incrível habilidade de HYPAR ABSURDOS nas coisas e ficar extremamente eufórica. Se eu fosse um Pokémon, seria do elemento elétrico com certeza. HAHA!

Ocupação: Social Media Specialist! Cuido de LoR, LoL e Wild Rift nas redes sociais! ❤️

Twitter: @Pahssion



Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz?

- Sou jogadora assídua de LoLzinho desde 2011 e sigo até hoje com o mesmo amor pelo jogo! Desde a faculdade, meu objetivo sempre foi trabalhar com isso. Depois de me formar em 2 cursos e de trabalhar com redes sociais, fui convidada para fazer parte da equipe de Suporte ao Jogador do LoL em 2018, onde me especializei em comportamento do jogador. Em 2019, abriu a vaga de social media aqui na Riot e consegui unir os dois mundos: o de social media com o de LoLzinho. E tô por aqui desde então ❤️



Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo?

- Cresci em uma cidade pequena (40mil habitantes) onde eu me sentia deslocada por ter tantos gostos em comum com as pessoas próximas de mim. Conheci os jogos com o Super Nintendo, mas a paixão começou mesmo no Nintendo 64, com o Ocarina of Time. Isso se tornou minha paixão e, desde então, me trouxe muita felicidade, amigos e até mesmo minha carreira profissional.



Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres?

- Não deixem ninguém duvidar de vocês. Na minha cidade, ninguém acreditava que videogame daria futuro. Na minha faculdade, idem. Já ouvi de professor lá que "não há público feminino nos videogames" - e hoje estamos aqui, representando 53,8% do mercado nacional.
Use nick feminino no LoL SIM. Se associarem isso com qualquer coisa negativa, é problema deles e não seu.

 

 

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Nome: Vitória Rezende Lopes, mas me chamam de Monja!

Idade: 25

Campeões favoritos: Ashe , Miss Fortune e Raze!

Flash no D ou no F? Flash no D, sempre!

Vandal ou Phantom? Vandal e Phantom!

Jogos favoritos: Skyrim, Tomb Raider, Call Of Duty, LoR, Valorant... Posso continuar a lista? haha

Passiva: Apesar do meu apelido ser Monja, tenho uma coleção de adagas! Olha a faca! Ah, e eu adoro aprender sobre meditação e acupuntura!

Ocupação: Product Manager - A tal da Gerente de Produto, estou olhando para TFT e LoR, todos os dias!

Twitter: tweetsdamonja



Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz?

- Decidi experimentar o Valorant alguns meses depois do lançamento e acabei me apaixonando, não só pelo jogo, mas pela empresa e pela cultura que estavam atrás dele! O carinho que a Riot tem pela comunidade e pelos jogadores me fez querer estar aqui. E para minha surpresa, aqui estou!


Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo?

- Além de sempre ter curtido jogos de tabuleiro, quando eu tinha uns 8 anos, meus pais compraram para mim um NES, com o Duck Hunt. Não preciso dizer que depois de alguns dias jogando, eles sumiram com a arma de brinquedo! Anos depois, acabei conhecendo a Lara Croft e estamos juntas até hoje!


Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres?

- De verdade? Precisamos reconhecer cada vez mais o nosso valor, o valor do nosso trabalho e o quanto podemos chegar longe e alcançar nossos objetivos! Acreditem, sempre, que vocês são capazes! Tudo e mais um pouco é possível! E precisamos ter mais carinho e cuidado conosco, todos os dias.
 
Namastê!
 
 
 
 
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Nome: Anna. É isso kkkk Ou podem me chamar de Phoenix//Hime, escolha do leitor.
 
Idade: 25

Campeões favoritos: Janna, sim, eu sou Jannista com orgulho.

Flash no D ou no F? | Vandal ou Phantom? Flash no A e o outro no D, quando eu comecei a jogar eu sempre ultava sem querer quando eu ia flashar... E vice versa, ai eu coloquei no A e no D e acostumei desde então KKKKKK , no Valorant eu não acerto tiro com nenhuma das armas, então acho que não muda muito DDDD:

Jogos favoritos: Lolzinho, Final Fantasy e Fire emblem, amo todos de paixão.

Passiva: O que eu mais gosto de fazer quando eu estou tiltada é jogar Lolzinho, sim, é meu calmante hehehehe, eu também tenho a proeza de conseguir ser bem decente no lolzinho, mas ser HORROROSA em qualquer outro jogo, todos mesmo. Uma curiosidade é que eu já fui top 1 Janna do mundo, por 1 jogo, mas pelo menos deu pra tirar a print FIOKUSUGHDBIOFLHSDF Isso que conta.

Ocupação: Team Handler de VALORANT.
 
Twitter - @himettsu , mas eu praticamente nunca uso, de verdade mesmo.



Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz?

- Eu jogo lolzinho desde 2010, eu já joguei MUUUUUUITO e eu amo pra caramba o jogo até hoje, sempre me dediquei bastante e sempre quis lutar pelo meu espaço, eu consegui pegar Mestre e GM nos últimos 5 anos e isso me deixa super orgulhosa por poder conquistar isso 100% sozinha, o esforço valeu a pena, sabe? Mesmo sendo algo bobo pra muita gente >< Nem sei se isso vale a pena comentar aqui kkk. Em 2019 eu consegui uma vaga no suporte ao jogador e desde então me dediquei pra caramba pra ajudar os jogadores, a primeira vez que eu tinha tentado entrar na vaga foi lá em 2013, então finalmente conseguir mesmo BEEEM depois foi uma conquista absurda pra mim (não desistam), e depois de um tempo tive a oportunidade também de ajudar o pessoal no fórum (oiê, gente!) e no nosso Discord! Uma experiência que real foi maravilhosa!
Um tempo depois juntei coragem e corri atrás de tentar conseguir o trabalho que tenho hoje! Entrei em contato com quem cuidava disso, fui atrás de entender o que era o trabalho e como era a rotina pqra tentar adquirir as habillidades que eu precisava e ser uma candidata legal.
Trabalho com isso faz muito pouco tempo (um pouco mais de 1 mês), mas eu agradeço SEMPRE por poder estar aqui!
Quando mais nova eu sempre quis jogar profissional, é um dos motivos que me esforcei tanto, e quando eu senti que não tinha mais como (por vários fatores), eu decidi que queria ajudar outras pessoas a conseguir o sonho e a paixão que eu sei que é gigante e até mesmo avassaladora às vezes! Eu tenho um carinho absurdo pelo que faço.
Hoje eu cuido pra que a comunicação entre a Riot e os proplayers de VALORANT seja feita da maneira mais eficiente possível, tanto pra criar um ambiente legal e confortável pra eles, para facilitar que eles possam focar no treino e no trabalho deles sem tantas preocupações, pra manter as organizações informadas do que for necessário, quanto pra garantir que as entrevistas, os campeonatos e as transmissões vão ocorrer sem problemas nas áreas que estão ao meu alcance... E puxar umas orelhas de vez em quando. Sim, eu sou tagarela pra caramba também.



Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo?

- Eu sempre fui bem no meu cantinho na escola (até hoje em dia na verdade), e desde criancinha minha mãe tinha me dado um tecladinho fofo pra nenem pra jogar no computador, então eu era bem grudada desde de MUUUITO novinha. Minha jornada com jogo começou com Ragnarok e Grandchase, que um amigo meu levou o CDzinho pra instalar pra escola e me mostrou, joguei muuuitos anos. Um dia um amigo meu me apresentou o lolzinho e eu só não larguei desde então. No decorrer dos anos fui conhecendo jogos diferentes, mas minha preferência sempre foi jogos no computador, mas nenhum deles ocupou tanto do meu tempo, admito.



Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres?

- A opinião dos outros não importa, você tem que lutar pelo que você quer, independente de quem tenta te colocar pra baixo, eu demorei anos pra entender isso, errei pra caramba, sério, e foi quando eu aprendi que o que eu fazia eram decisões totalmente erradas que eu finalmente consegui andar pra frente. Se você quer aproveitar o jogo casualmente, aproveite, joga com os amigos, jogue sozinha, não deixe ninguém te falar que você não merece ou que não é o seu lugar, se você gosta, É SEU LUGAR SIM, não deixe ninguém te tirar isso. Se você quer jogar sério, quer aprender, corre atrás sem medo de quem vai tentar entrar no seu caminho. Como diz o Taric, a escalada pode ser longa, mas a vista vale a pena.  ❤️
 
 
 
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Nome: Carolina Gaudencio ou Gaudz!

Idade: 28

Campeões favoritos: Xayah. De agente do Vava amo Reyna. ❤️

Flash no D ou no F? F de Flash. | Vandal ou Phantom? Vandal!

Jogos favoritos: Fora Vava e LoL, gosto muito de The Sims 4, Franquia Tomb Raider, Portal, Pokémon e Zelda.

Passiva: Dormir em QUALQUER lugar.

Ocupação: Social Media Specialist! Cuido de VALORANT Esports.

Twitter: @carolgaudencio (em tudo quanto é canto!)
 
 
 
 
 
 
Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz?

- Cara, eu jogo LoL desde 2013 e meu primeiro contato com a Riot foi em 2017, quando eu fui convidada pra uma reunião pra discutir sobre um projeto de LoL universitário, porque na época eu cuidava do clube disso da facul (BTW, minha segunda facul), ali eu já sabia que queria trampar com games e principalmente Esports, que eu amo DEMAIS, só não sabia como. Foi cuidando de esports universitário que eu conheci muita gente no meio: galerinha que me salvou quando fui demitida da agência de publicidade que eu trampava, me mandando umas vagas em esports e, assim, acabei em 2020 indo trabalhar como Social Media da Ninjas in Pyjamas no BR. Um ano depois, surgiu essa oportunidade e agora cuido de VALORANT Esports! Foi num timing perfeito porque eu tava TOTAL imersa no vava e eu tô bem feliz!



Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo?

- Cara, eu sempre tive console por influência do meu pai, fosse um Super Nintendo ou um Game Boy, Playstation 2 ou Xbox 360, jogos sempre foram um passatempo presente na minha vida, eu ia em fila de lançamento de Pokémon ahhahaha. Em 2013, no entanto, essa relação mudou de só "passatempo" pra uma paixão, justamente quando eu comecei a jogar LoL por conta do cenário competitivo. Eu gosto de falar pros meus amigos que eu amo games, mas eu só sou apaixonada mesmo é por esports. Eu amo acompanhar jogos, campeonatos, times. Essa é a minha pira total!



Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres?

- Tá tudo bem se você é casual. Eu demorei muitos anos pra entender que eu não precisava ser a maior heavy gamer do mundo, que eu não precisava saber de todos os lançamentos indies. Se você ama muito um joguinho em específico, você já faz parte dessa comunidade e merece respeito. Se você quer tryhardar, se você quer assistir o cenário competitivo, tudo bem também. Esse lugar é SEU pra fazer o que você quiser com ele. Bora juntas. ❤️ 

 

 

 

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5.pngNome: Patrícia Mani, mas me chamam de Patty

Idade: 27

Campeões favoritos: Leona, Morgana e Riven. No Vavá, sou main Cypher e Brim (mas to tentando aprender a jogar de Astra)!

Flash no D ou no F? | Vandal ou Phantom? Flash no F, ÓBVIO! E eu era team Phantom, mas descobri que mando muito melhor de Vandal ahaha

Jogos favoritos: Ragnarok, Guild Wars 2, Pokemonssss, TUDO DE ZELDA, VALORANT, Fortnite.

Passiva: Eu curto MUITO Kpop né então minha passiva é começar a dançar absolutamente do nada a coreografia de alguma música que ta tocando na minha cabeça.

Ocupação: Social Media Specialist! Atualmente cuido das contas de VALORANT, TFT e Riot Forge!

Twitter: @pattybmani
 
 


Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz?

- Eu comecei a jogar League lá em 2012 e comecei a acompanhar esports na mesma época e me APAIXONEI. Eu curtia demais o carinho e cuidado que a Riot tinha com os conteúdos e eu queria muito ter oportunidade de fazer parte. Na época, eu atuava numa área completamente diferente e de certa forma foi jogando League e acompanhando o trabalho da Riot que eu percebi o que realmente queria para a minha vida. A partir daí, comecei a correr atrás para estudar e mudar de área! Sempre criei conteúdo de forma independente sobre Esports, mas em 2018 tive oportunidade de começar a trabalhar num site de Esports como Social Media e agora tô aqui!



Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo?

- Eu jogava no Nintendo 64 desde pequena e eu sempre amei muito como os jogos me possibilitavam viver outros universos. Quando tive oportunidade de jogar em PC, eu comecei a investir ainda mais tempo, principalmente em MMOs. Eu chegava a jogar umas 8h por dia de Ragnarok durante a adolescência porque eu amava andar nos mapas e grindar pra conseguir dropar os itens que eu precisava. Quando chegou o momento de escolher faculdade, eu queria muito fazer Design de Jogos mas optei por outro curso. Alguns anos depois, entendi que trabalhar com jogos era SIM o que eu realmente queria pra minha vida. Nesse tempo de mudança e redescobrimento, cheguei a participar de um coletivo de desenvolvedores indies brasileiros, onde participei de Game Jams e até trabalhei fazendo arte para um jogo que foi Top 5 no BIG Starter!



Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres?

- Não é fácil, mas não podemos desistir dos nossos sonhos ou deixar de fazer algo que nos faz bem e que traz felicidade para a gente porque algumas pessoas dizem que "não é coisa de mulher". TUDO é coisa de mulher. Nós podemos fazer TUDO.
 
 
 
 
 
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Nome: Anna Quissak ou Maktub

Idade: 26 anos

Campeões favoritos: Tristana, Ashe, Miss Fortune e Morgana. Main Sova no Valorant desde o Beta ❤️

Flash no D ou no F? | Vandal ou Phantom? Flash no F, sempre! Um pouco de Phantom, um pouco de Vandal

Jogos favoritos: Valorant, Lolzinho e Pokémon

Passiva: Praticante por Lira Circense e apaixonada por viver de cabeça pra baixo (secretamente querendo fugir com o Circo)

Ocupação: Content Operations, aka Operadora de Conteúdo dos jogos!

Twitter: @Annaquissak
 




Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz?
 

- Em 2015 eu botei na minha cabeça que eu ia trabalhar na Riot. Não sabia como, não sabia quando. Eu só sabia. Comecei desde aquela época a pensar em como adaptar minha formação com a paixão por games. Sou formada em engenharia civil e nunca pensei que um diploma me definiria pra sempre. Amei a construção civil ao máximo mas nunca vi uma real oportunidade de crescimento, 10 anos de carreira depois. Dai em 2019 a certeza da Riot na minha vida reascendeu e comecei a trabalhar de graça pra um campeonato de esports só pra conseguir experiência na área gamer e foi onde aprendi a lidar com conteúdo. A vida deu muitas voltas e no comecinho do ano comecei aqui na Riot.



Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo? 

- Eu me apaixonei por jogos quando criança, com jogos de tabuleiro. War e Detetive eram minhas paixões. Depois veio Pokémon e eu me perdi em universos muito mais legais que a realidade. Animes (Naruto!!!) e outros desenhos da Marvel completaram a receita de bolo que me transformou no que sou hoje!



Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres? 

- Não desistam. Somos capazes de conseguir qualquer objetivo, mesmo que nos menosprezem, mesmo que tentem nos desvalorizar. A força em ser mulher nos transforma em potentes divindades que não podem ser subjulgadas. Nós podemos sim, nós podemos tudo!
 
 
 
 
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Nome: Nane

Idade: 49

Campeões favoritos: Morgana e a Riven, tenho até tatuagem pra provar! rs

Flash no D ou no F? Flash no D

Jogos favoritos: Diablo, Injustice: Gods Among Us (acho que foi o único jogo que zerei na vida) e TFT.

Passiva: Quando fui voluntária a Riot me deu as seguintes características: 
Q: Preparação dos bastidores
W: Invocar: brindes
E: Socorro, Nane!
R: Ás na manga Ocupação: Community Events Specialist/ Riot Games Brazil

Twitter: @nanydiniz




Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz?

- Comecei no mundo dos jogos, através do Gruntar que narrava Starcraft, organizei alguns eventos (de Starcraft e LoL), foi quando conheci o pessoal da Riot e eles me chamaram para ser voluntária do 1º CBLoL em 2013. Depois disso nunca mais parei, trabalhei moderando o Fórum e hoje trabalho com a Aylin, dando apoio aos eventos de Comunidade.



Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo?

Descobri o maravilhoso mundo dos jogos, através das streams do Gruntar. Foi através do jogos me reconectei com meu filho, apresentei a ele o LoLzinho e jogamos muito juntos. Reencontrei e fiz grandes amigos, o mundo dos jogos salvou a minha vida.



Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres?

NUNCA é tarde para sonhar e ter novos sonhos. Acredite em você, você é capaz sim! Não deixe que sua data de nascimento seja um empecilho, nunca é tarde demais.
 


 
 
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Nome: Náira "Aylinn" Francine

Idade: 33

Campeões favoritos: Heimer, Morgana e Nami

Flash no D ou no F? | Vandal ou Phantom? Flash no D. Phantom rainha.

Jogos favoritos: Vou colocar meus estilos favoritos porque pra mim é mais fácil XD FPS, Tower Defense e Sobrevivência.

Passiva: Tomar banho de chuva recarrega minhas energias.

Ocupação: Community Manager

Twitter: @naira_francine







Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz?

Entrei na Riot em 2012, antes do LOL estar aqui no Brasil. Conheci a empresa um tempo antes e já jogava mas nunca imaginei que iria trabalhar nela. Estava na área de games mas estava querendo sair dela haha..
Hoje sou responsável pelas comunidades de todos os jogos aqui no Brasil. Plataformas como Fórum, Discord, Grupo de Facebook... programa de apoio a torneios etc etc.



Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo?

Jogo desde que me lembro por gente. Sempre fui de PC e pouco de videogame (tive só um Atari e um gameboy color com 2 jogos haha). O vício mesmo veio quando descobri jogos online... por algum motivo eles me prendem mais e eu jogo de tudo.



Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres?

Mulheres, vocês me tem como aliada nessa jornada. Luto por mim e por vocês. Contem comigo. Força para todas nós, estamos só começando! ❤️

 

 

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9.pngNome: Millos

Idade: 26

Campeões favoritos: Lux/Jhin

Flash no D ou no F? F

Vandal ou Phantom? Ares!

Jogos favoritos: Bayonetta é meu favorito de todos, mas deixo menção ao lolzinho, Sonic e Animal Crossing

Passiva: Dormir com facilidade

Ocupação: Web Ops @ CBLOL/VCTBR

Twitter: milloPins






Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz? 

Comecei a jogar LoL no final de 2013, e desde então sonhava em trabalhar com jogos. Graças a uma indicação de um amigo, entrei na Riot e hoje trabalho com esports. Sou Web Ops tanto pra LoL quanto pra VALORANT: ligo/desligo as lives, corto VODs dos jogos, upo vídeos no YouTube e ativo suas notificações no launcher quando um jogo vai começar



Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo? 

Fui filha única até os 16 anos, então meu passatempo era jogar em computador ou vídeo game pra passar o tempo. Ganhei meu primeiro console (um Mega Drive) quando tinha uns 5/6 anos e então descobri um vício que virou paixão.



Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres? 

Sempre ouvi que jogos não eram pra mim e eu não servia pra isso. Nunca desistam dos seus sonhos!



 

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10.pngNome: Barbara Brogelli


Idade: 32


Campeões favoritos: Morgana, Lux, Nami, Cassiopeia, Heimer, Varus, Malzahar, Xayah...


Flash no D ou no F? F é de Flash!!!!!!! | Vandal ou Phantom? Acho que Phantom, mas eu sou muito ruim no Vava 😞


Jogos favoritos: tirando os da Riot (meu LoLzinho sempre no topo), God of War, Death Stranding, Hades, World of Warcraft, Diablo III, Undertale, Pokémon (todas as gerações), Borderlands, Heavy Rain, The Wolf Among Us, Crash Bandicoot, Life is Strange, To the Moon


Passiva: Arco-íris - seu cabelo colorido nunca desbotará


Ocupação: Localization Producer! Atualmente, meu foco é a dublagem de todos os nossos produtos!


 Twitter: @marsx





Qual é sua história com a Riot e como chegou até aqui? O que você faz?

Comecei a trabalhar aos 18 anos e passei por muitas áreas diferentes. Meu primeiro emprego foi em um consultório oftalmológico como digitadora. Depois, fui atendente bilíngue na TAM, onde desenvolvi muito meu inglês. Na faculdade, fiz Ciências Sociais e trabalhei por um ano como pesquisadora. Mas sempre fui apaixonada por escrever e queria uma carreira diretamente ligada a isso. Então, resolvi fazer uma pós-graduação em Jornalismo, que parecia o caminho mais óbvio. Na época, não tinha percebido que a tradução era a opção perfeita.


Entrei no mercado de jogos em 2014 como tradutora freelancer numa empresa especializada em localização de games. Na época, eu era agente de viagens, mas o trabalho não tinha nada a ver com as minhas aspirações e aptidões. No início, fiquei insegura, pois como tradutora eu não teria nenhum vínculo empregatício. Então, mantive meu emprego e traduzia só no tempo livre. Começaram a me oferecer bastante trabalho, e eu acabava recusando alguns por causa do emprego “normal”. Não demorei muito a perceber que aquela área era perfeita pra mim, então decidi fazer essa aposta. Pedi demissão no outro emprego e passei a me dedicar 100% à tradução de jogos. Desde então, eu não me arrependi dessa decisão nem por um segundo.


Em 5 anos como tradutora, colaborei em muitos projetos de vários gêneros: ação, aventura, MMORPG, puzzles, shooters... Trabalhei com títulos pra celular, PC e principalmente PlayStation 4 e Xbox One. Muitos dos grandes lançamentos dessa época tiveram minha participação, mas em respeito ao contrato de confidencialidade, não posso revelar os jogos específicos. Como tradutora, tive muito contato direto com o material dos jogos, acesso a muitas informações extremamente confidenciais até anos antes do lançamento. Então, esse tipo de contrato é bem rígido, mesmo muito tempo depois.
Em 2018, ainda atuei como intérprete na BGS. Por dois dias, trabalhei ao lado do Cory Barlog, o diretor criativo de God of War. No último dia do evento, fui intérprete do Bjergsen, jogador profissional de LoL que foi homenageado e entrevistado no palco da Twitch. Foi uma experiência inédita e muito desafiadora pra uma pessoa insegura como eu. Como tradutora, você acaba ficando muito nos bastidores, mas como intérprete você vai direto pros holofotes em cima de um palco e na frente de uma plateia. Passei mal de ansiedade todo dia no evento, mas deu tudo certo no fim, e foi um passo muito importante pra me dar mais confiança.


No início de 2019, fiquei sabendo de uma vaga para Editora de Localização na Keywords Studios, outra grande empresa de localização de jogos. Como a vaga era fixa, resolvi tentar. Trabalhar como freelancer tem seus pontos positivos, mas depois de alguns anos, faz falta ter uma rotina, horários e salário estáveis. Eu trabalhava o dia inteiro, todo dia, no Natal, Carnaval e por aí vai, virando muitas noites. Além disso, trabalhar em casa era um sonho no começo, mas depois o isolamento começa a te afetar (agora na pandemia voltei pro home office, mas é por uma boa causa!).


Até então, eu não sabia com quais jogos eu trabalharia. Aí chegou o e-mail dizendo que a vaga era pra trabalhar com a Riot Games. Eu sou apaixonada por LoL e jogo praticamente todo dia desde 2013. Tenho bonequinho, camiseta, meu wallpaper é de LoL há anos, enfim, vocês devem imaginar a minha reação quando recebi o e-mail. Me enviaram um teste de tradução bem extenso e complexo que eu devia entregar no dia seguinte. Como precisei trabalhar normalmente ao longo do dia, virei a noite fazendo o teste e fiquei revisando até o horário de entrega, ao meio-dia. Conquistar essa vaga seria muito importante pra mim, e mesmo com anos de experiência na área, sempre tem uma vozinha na cabeça dizendo que é quase impossível.


Uma semana depois, veio o retorno: “Parabéns, você passou no teste!”. Fiquei relendo aquelas palavras e não sabia se chorava, se ria, se pulava ou se gritava. Depois disso, ainda tive uma entrevista no próprio escritório da Riot (só de pisar lá naquele dia já foi um sonho). Eu estava um poço de ansiedade. Achei que tinha passado vergonha, falado alguma besteira, parecido nervosa demais... lembro que até imitei a coreografia de POP/STARS do K/DA no meio da entrevista (quando perguntaram se eu acompanhava o conteúdo da Riot em outras mídias). Depois, ainda fiz uma entrevista em inglês pelo Skype. Me deram o retorno no mesmo dia por telefone e lembro palavras até hoje: "Você passou, teve o OK de todo mundo, todo mundo gostou de você".


Então, me tornei Editora de Localização de todos os jogos da Riot. Quando fui contratada, eu só sabia do LoL, aí descobri BEM mais projetos no forno e pude cuidar da localização deles do zero! Este ano, me tornei Produtora de Localização. Hoje meu foco principal é a dublagem! Foram 2 anos de MUITO trabalho, MUITO aprendizado, muita gente nova e maravilhosa, e MUITOS sonhos realizados também. Jogar o seu LoLzinho diário, que te acompanhou por tantos anos, e ver que você escreveu aquele texto na tela, que você criou aquela fala do Campeão, isso não tem preço que pague.
Traduzir vai muito além da tarefa mecânica que um Google Tradutor poderia fazer. Você precisa exercitar sua criatividade o tempo todo, e isso é essencial ao trabalhar com jogos. Não é simplesmente como um manual técnico que deve ser traduzido à risca, palavra por palavra. Temos que adaptar o texto pra cultura local, principalmente quando tem piadas, trocadilhos e referências que se perderiam numa tradução literal. É isso que chamamos de localização.


Jogos são um produto complexo, combinam tradução técnica, tradução literária, dublagem, legendas, todo tipo de especialização. Cada jogo tem um universo, uma temática e um vocabulário próprio. Precisamos entender não só de inglês e português, mas também de ciência, esportes, história, geografia, cinema... QUALQUER tema pode estar presente em um jogo, e a pesquisa é nossa maior aliada. Nós temos a grande responsabilidade de transmitir não só informações, mas emoções, referências, humor. Isso exige um envolvimento profundo com o conteúdo, garantindo que o público não só compreenda, mas que curta de verdade a experiência no seu idioma e cultura. E eu tenho muito orgulho de fazer parte disso!



Como é sua conexão com os jogos e como descobriu esse mundo?

Na infância, eu não tinha videogame, então jogava na casa da minha “amiga rica” da escola. Ela tinha um Super Nintendo e eu sempre ia à casa dela depois da aula pra jogar Mario. Alguns anos depois, eu e meu irmão ganhamos um PlayStation 1 de Natal, mas quase todos os nossos jogos eram demo, e a gente não sabia direito como funcionava. A gente fazia de tudo pra passar de fase e não sabia onde estava errando! Não existia internet, então demorou um tempão pra descobrir que aqueles jogos eram só versões demonstrativas.


Não era fácil ser gamer naquela época: todo o conhecimento era no boca a boca ou comprando revistas especializadas nas bancas. Além disso, nem sempre (ou quase nunca) a revista teria a informação que você procurava. Com a internet, o acesso e a comunicação com outros jogadores ficou infinitamente mais fácil. Era bem mais complicado encontrar amigos com os mesmos gostos que você, pois tudo ficava restrito ao “mundo real”, ou seja, sua escola e seu bairro. E mesmo entre crianças, o machismo já dava as caras. Eu era excluída por ser menina, e isso era bem claro pra mim. Era “normal” os meninos gostarem de videogame, quadrinhos e animes. Principalmente nessa época (anos 90), tudo isso era “coisa de menino”. Eu compartilhar desses interesses era “estranho”. Assim, eu era ridicularizada pelas meninas, que tinham outros interesses, e rejeitada pelos meninos, que achavam que eu invadia o espaço “deles”.


Geralmente, eu só participava como um anexo do meu irmão e nunca era levada a sério. Quando Pokémon virou febre, meu irmão ganhou um GameBoy com o Pokémon Yellow, mas não existia a função de salvar mais de um arquivo. Então, sempre que ele cedia aos meus apelos pra jogar, eu tinha que iniciar um novo jogo sem salvar por cima do dele, e o meu progresso nunca era registrado. No meu aniversário de 13 anos, minha mãe me presenteou com meu próprio GameBoy e o jogo Pokémon Crystal. Era uma versão pirata e toda cheia de bugs, mas foi um dos dias mais felizes da minha vida. Por coincidência, foi o primeiro da série com a opção de escolher uma protagonista feminina! Acho que foi a primeira vez que me senti reconhecida como parte da comunidade.


Já com internet, comecei a acessar salas de bate-papo e fóruns sobre jogos e animes. Isso realmente mudou a minha vida e me fez conhecer pessoas com quem eu me identificava. Fiz muitas amizades, inclusive com várias garotas também. 20 anos depois, esses vínculos se mantêm até hoje, e eles são o meu principal grupo de amigos. Já fui a formaturas, casamentos e até chás de bebê, tudo de pessoas que conheci por meio dos meus “gostos estranhos”. Inclusive, conheci meu namorado numa guild de World of Warcraft. Ele morava em Rondônia e eu em São Paulo, jogamos juntos por muito tempo. Hoje, namoramos há quase 5 anos e moramos juntos! Então, além da minha vida profissional, os jogos foram muito importantes na minha vida pessoal também!



Qual seu recado para a comunidade nesse dia das mulheres?

Tratem as pessoas como você gostaria que te tratassem. Já estamos em 2021 e muitas mulheres ainda têm medo de revelar seu gênero enquanto jogam. Eu mesma já fingi ser homem enquanto jogava, e toda vez que isso aconteceu eu me senti corroída por dentro, como se aceitasse e me resignasse ao machismo, ao meu não pertencimento. É muito triste ter que negar minha identidade, e sei de muitas garotas que já fizeram o mesmo. Portanto, a presença real de mulheres na comunidade fica apagada, escondida, intimidada pelo machismo. Mas, em alguns dias, você não tem forças para lutar, discutir e se impor. Só quer passar despercebida. Vamos acolher mais, respeitar mais. Jogos são pra todas as pessoas e, quanto mais diversidade, mais rica é a experiência pra todo mundo!

 

 

 

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Gostaram? Comentem aqui o que acharam e se gostariam de saber de mais coisas como essas!  Também nos conte: Quais outras mulheres te inspiram? ❤️

 

E lembrem-se: não importa quantas pessoas te digam que "não pode", ou que este "não é o seu lugar". Todo lugar é seu e você pode mudar quantas vezes quiser. Nossa comunidade é repleta de mulheres fortes e incríveis, e com elas aprendemos todos os dias a seguir nosso próprio caminho e nossos sonhos!

 

 

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12 RESPOSTAS
RoseHarkness
Tropa
Tropa

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA ❤️ 

Esse tópico = tudo pra mim 😍

Ahhhhh que tópico lindo perfeito, parabéns à todas vocês!!

Froppyzinea
Aronguejo
Aronguejo

Tópico maravilhoso escrito por uma mulher maravilhosa! Parabéns à todas ❤️

Zelda
Duo da Rito
Duo da Rito

Muito feliz por trampar aqui e AMEI esse tópico @Nicerina UwU S2! As montagens ficaram lindassss

Nicerina UwU S2
Moderação
Moderação

Fico feliz que tenham gostado!! ❤️ ❤️ ❤️

Fiz com todo o carinho e amei saber um pouco sobre a história de vocês e poder compartilhar!! ❤️ 

Ficou muito bonito o tópico Cici, transparece a sororidade entre vocês funcionárias da Riot Games BR. Aproveitem o dia de vocês, mulheres icônicas.

Oie, aqui é a Barbara  ❤️  só vim te agradecer pela iniciativa e pelo carinho ao fazer o tópico! As imagens ficaram MARAVILHOSAS! E desculpa pelo textão nas respostas HUAHUAUHAHUA como mencionei no início, eu sempre amei escrever e às vezes empolgo  👀 :Iten3041: 

Aaaaaah! ❤️ Sim, demais!!! Fico feliz que tenha gostado, Atlas! ❤️ Muito obrigada!!

Oi, Barbara!! ❤️ Fico feliz que tenha gostado <3333 foi muito especial fazer esse tópico! E não há com o que se desculpar, tá tudo perfeitooo!

Foi muito interessante conhecer sua jornada com a tradução e como o mundo dos jogos transformou sua vida não só profissionalmente mas pessoalmente também! ❤️ Muitas pessoas têm dúvidas de como é trabalhar/conviver com isso! Obrigada por compartilhar isso com a gente, sério! <333
1LICH1
Barão
Barão

Legal saber. Gostei das artes com os gostos, o toque das pokébolas e portáteis.

"Alguma vez você já escutou o chamado?"
Brave Bird
Lenda
Lenda

Só as brabas, parabéns à todas as mulheres (um tico atrasado eu sei sorry ;-;)

Hattori uwu
Aronguejo
Aronguejo

Que post mais lindo ❤️ Eu amei!!