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1LICH1
Barão
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Tudo que sei sobre lichs. Curioso? Boa leitura.

Bem enquanto fuçava nas minhas coisas achei um velho texto meu e decidi dar uma atualizada, ai pensei por que não compartilhar? Eu tive de verificar se alguns nomes e datas estavam certos fora isso tudo escrito aqui foi de memória, espero que gostem.

É um texto grandão então vou dizer o que tem em tópicos, assim se você não quiser ler tudo use o ctrl +f para pesquisar o que quer ler.

1- Começando do principio, o que é um lich?

2-O que é uma filactéria?

3- Origens

4-Poderes de um lich.

5-Tipos de lich. (Aqui eu explico sobre o tipo com base nível de imperfeição da filactéria e hierarquia.)

6-Uma filactéria pode deixar de ser imperfeita?

7-Tipos diversificados de lich: (Aqui eu cito por aparências mais comuns e origens que temos na fantasia de forma geral.)

8-Quem pode se tornar um lich?

9- Como se tornar um lich?

10- Como destruir um lich?

11- Extras  (o que é necromancia e alguns pormenores.)

 

 

Tudo que sei sobre Lichs.

- Começando do principio, o que é um Lich?

Um Lich basicamente é um mago/praticante de magia morto vivo. Mas não é um mago morto-vivo qualquer, ele entra em uma classe especifica pois não é como um mago esqueleto que ao ser destruído acaba.

Um Lich atingiu a imortalidade (esta que é um dos maiores objetivos de diversos praticantes da magia) ao aprisionar a própria alma em um recipiente, recipiente este que recebe o nome de filactéria (tem-se outros nomes como fetiche ou prisão de essência mas o mais comum é este).

Portanto a definição mais simples de o que é um lich é ‘Um mago morto vivo que possui uma filactéria’.

 

-O que é uma filactéria?

É um recipiente usado para guardar a alma, ou melhor dizendo selar/aprisionar voluntariamente a própria alma, fisicamente ela pode ser qualquer objeto, geralmente algo que tenha grande valor sentimental ou que o aspirante a Lich prefira, de anéis a pedras preciosas a simples pedaços de madeira ou tecido, preferível algo considerável seguro é claro.

A filactéria é basicamente o núcleo/essência e a própria fonte de poder do lich, enquanto a filactéria estiver intacta não importa o que aconteça ao corpo do lich, ele vai continuar existindo, e refazer seu corpo. É diferente de um objeto com uma alma presa por que aqui a linha de prata (uma linha de energia que supostamente é o que liga a alma ao corpo dos vivos) passa a se ligar a filactéria e a consciência do lich pode ir ao corpo e voltar a filactéria ou caso o corpo tenha apenas uma copia da mente é possível transferir as memórias novas a consciência original de tempo em tempo.

A única maneira de matar o lich por assim dizer, é destruindo a filactéria.

A filactéria não precisa estar em posse do lich, tem-se relatos na mitologia de seres que se consideraria um Lich (pela definição acima) que guardam sua filactéria em uma bolha dimensional. (Na mitologia eslava especificamente [bem conhecido se tratando do assunto, faz parte do folclore russo] conta-se a história de Koschéi “O Imortal”, cuja alma estava depositada em uma agulha, esta, por sua vez, estava dentro de um filhote de pato, que estava dentro de um ovo, que estava dentro de uma lebre, que estava dentro de um cofre metálico que estava enterrado em uma ilha, que emergia e submergia no mar, tem-se variações sobre o que estava dentro do que e se estava vivo ou não mas basicamente considere que esses animais guardavam uma bolha dimensional dentro de si para armazenar os objetos).

 

Origens:

O termo em si (Lich) foi aparentemente popularizado por Gary Gygax em 1978 na primeira edição de Dungeons and Dragons.  A palavra deriva do alemão e inglês arcaico que significa cadáver, o portão de trás dos cemitérios por onde os corpos passavam recebiam o nome de portão de lich ou portão do lich. Inclusive o termo foi usado para descrever mortos vivos bem antes disso.

Historicamente falando o conceito de aprisionar a alma para obter imortalidade é bem mais antigo tendo historias datadas do antigo Egito na qual se buscava diferentes rituais para obter a imortalidade e/ou trazer os mortos de volta.

Mas nem precisamos ir tão longe, historias criadas por Clark Ashton Smith, Robert E. Howard, H. P. Lovecraft dentre outros por volta da década de 30/40 tem magos que se enquadram na descrição ou se aproximam desta, não necessariamente usaram o termo Lich ( apesar que Clark Ashton Smith usou o termo em seu livro de 1932 The Empire of the Necromancers).

O termo Lich é relativamente jovem na ficção mas o conceito é tão antigo quanto a humanidade.

 

-Poderes de um Lich.

Depende de alguns fatores, mas basicamente vamos considerar:

-Poderes natos:

Todo lich tem os mesmos poderes de quando estava vivo(Se o ritual não der muito, muito errado).

Imortalidade condicional. (Filactéria tem de estar a salvo)

Necromancia em maior ou menor grau. (Geralmente alto mas depende do tipo de lich).

Capacidade de infligir medo e/ou paranoia ate o ponto de loucura dependendo do nível de poder.

Refazer o corpo físico.

Imunidade a ataques puramente físicos e/ou ignorar ataques físicos.

Certo grau de resistência mental e/ou mágica, nem todo lich é consideravelmente resistente, mas apresenta algum grau de resistência.

Noção/sensibilidade mágica. Que varia de maior a menor grau dependendo do poder e pratica.

 Agora os demais poderes tanto em grau de poder quanto diversidade dependem basicamente do nível de perfeição do lich e do aprendizado que esse venha a ter e praticar (principalmente de estudos).

É comum que eles empunhem cajados, orbes dentre outros equipamentos que permitiriam infligir medo, atacar, se proteger e ate amplificar seu poder.

 

-Tipos de lich.

Basicamente pode-se dividir os lichs em dois grandes grupos, Lichs perfeitos/completos (não é que eles sejam realmente perfeitos é apenas a titulo de organização) e Lichs imperfeitos (de diferentes níveis de imperfeição). Isso vai de acordo a filactéria, se a filactéria recém criada for perfeita o lich tem grandes probabilidades de ser um lich perfeito, caso contrario só piora a situação do lich com base nos defeitos.

(Isso de lichs imperfeitos surgiu mais por causa dos jogos/historias para poder se balancear as coisas, na teoria um lich real já seria perfeito por ter sobrevivido o ritual.)

 

A maioria dos lichs que aparecem ficção a fora se enquadram como imperfeitos. Vou descrever ambos casos em níveis de (in)perfeição/hierarquia:

Lich perfeito/completo, de mais alto grau, lich superior ou lich:

Este é o objetivo, o auge de todo que queira se tornar um, pode ate ser chamado de lich definitivo. Se o ritual for 100% bem sucedido deve se tornar um lich completo. Um lich perfeito tem uma filactéria perfeita, tudo que ele tem de fazer é proteger ela (manter ela segura), não é preciso fazer manutenção nem qualquer classe de reparo ou ajustes contanto que não seja danificada.

Um lich perfeito tem todas suas capacidades de quando vivo além de que pode manipular habilmente a magia, inclusive tem ate um melhor domínio e entendimento sobre a mesma, não se limitando a um tipo apenas.

Ele pode manipular seu corpo e aparência, e fazer seu estado de decomposição ficar suspenso ou em loop e ate mesmo fazer parecer estar vivo, e fazer órgãos funcionar (ou parecer funcionar) mesmo mortos se ele tiver o conhecimento para isso (e pode fazer o mesmo para com outros mortos).

Sua capacidade de aprender e armazenar conhecimento está melhorada e sua autoridade sobre outros mortos vivos abaixo de seu nível de poder é inquestionável. 

Ele não precisa estar perto de sua filactéria, mas se estiver seu poder pode aumentar grandiosamente. Se o seu corpo for destruído sua consciência deve voltar a filactéria (demora de acordo a distancia, não importa se é em outra dimensão) e então recria um corpo quase imediatamente pelo menos no básico (ossos, pelo menos o crânio é recriado na hora ao lado da filactéria mesmo que a consciência ainda não se dirija ao corpo). Um corpo recriado sempre terá o aspecto do original de vivo (pós ritual) começando dos ossos, então se desejar vai ter de refazer as modificações corpóreas.

É dito que um lich tem apenas o limite da sua imaginação e conhecimento, se ele souber como fazer ele só precisa tentar ate conseguir. É praticamente uma ultipotencia.

 

Se tornar um lich perfeito é quase impossível, ou provavelmente impossível, por isso tantos lichs apesar de sobreviverem ao ritual não atingem tamanho poder.

-Lichs imperfeitos, defeituosos ou limitados:

Aqui o ritual não saiu perfeitamente ou mesmo tendo sido perfeito houve incompatibilidade ou simplesmente não se pode completar com sucesso por N fatores (como o fio de prata).

 

Uma filactéria imperfeita defini o seu lich então vou tentar resumir em graus de imperfeição:

Lichs com filactéria de alta perfeição ou lichs maiores:

Esses casos podem chegar a poder fazer e ter tudo que o lich perfeito é e pode fazer, mas tem um detalhe, ele não pode se afastar pra sempre da filactéria (tem certas distancias toleráveis depende do nível de poder pode ficar muito distante tal qual o perfeito), quanto mais distante mais fraco em teoria (ponto questionável) e mais inoperante por assim dizer, ainda assim sua consciência está de fato no corpo e volta a filactéria se o corpo for destruído.

Ele pode ter os mesmos limites de poder e compatibilidade de quando estava vivo (não significa que não pode ser mais forte, mas vai atingir no máximo o zênite que poderia alcançar em vida), ou realmente apenas o limite do conhecimento e imaginação.

 

Lichs com filactéria de baixo grau de imperfeição/ poucos defeitos, lichs médios.

Aqui nesse caso se o ritual não deu 100% certo a alma é selada e uma copia da mente e memória é transferida ao corpo morto ao invés da consciência original ir ao corpo e retornar a filactéria se esse for destruído.

Apesar de ter os poderes natos de um lich suas capacidades podem ser menores de quando vivo e ter de ficar mais forte começando novamente de baixo.

Sua filactéria pode requerer atenção de tempo em tempo (restauração) dependendo do material de que é feito. Ele não pode manter a filactéria afastada por longos períodos, mas pode sentir ela e se ‘comunicar’ (transferência de memória).

Se a filactéria não requerer (ou deixar de requerer) manutenção já é um passo para subir na hierarquia.

 

Lichs com filactéria de médio grau de imperfeição ou muitos defeitos lich menor.

Aqui o ritual já não deu certo, obrigatoriamente a alma é selada e uma copia da mente e memória é transferida ao corpo morto ao invés da consciência original e se o corpo for destruído um novo será feito depois de um tempo (tempo que depende do nível de poder) ao lado da filactéria, se a mente do lich era forte então provavelmente a consciência na filactéria recebeu as recordações antes ou ao ser destruído (por que quis ou não) e novamente uma nova copia será feita, caso contrario ele começa do zero por assim dizer.

Ele deve estar perto da filactéria ou ir ao encontro dela sempre de tempo em tempo, pode requerer manutenção como suprir energia a filactéria ou reparar ela de tempos em tempos, se ele não conseguir transferir as memórias a consciência na filactéria então perdera elas ao ser destruído por completo.

Tem uma regeneração física mais lenta.

Pode ter a mesma compreensão da magia de quando vivo e avançar apenas no que for compatível ao seu eu vivo.

Caso a filactéria não precise de reparos ou atenção ele pode atingir o zênite que alcançaria em vida ou subir na hierarquia.

 

Lichs com filactéria de alta imperfeição ou completamente imperfeitas, lichs inferiores.

Aqui deu tudo errado menos a parte de ser um lich, a filactéria é altamente instável, podendo se destruir sozinha, requer constante atenção, reparos, sacrifícios (em que se usa outra alma para suprir a energia) etc, depende de cada caso.

Dificilmente transfere as memórias a consciência se não for realmente uma mente forte, e provavelmente não pode manter a filactéria a mais de alguns metros de distancia, a regeneração do corpo pode ser extremamente lenta sendo preferível usar um esqueleto fossilizado por exemplo.

Suas capacidades podem ser incrivelmente inferiores a de quando vivo ou simplesmente inapto para avançar além de onde chegou em vida.

Ainda assim se a mente se manter a um mínimo aceitável e consciente, ele pode aprender e avançar suas pesquisas, por isso alguns continuam mesmo que desesperadamente a se manterem existindo nem tanto pelo medo da morte mas de perder a oportunidade de progredir.

Ele tem os poderes natos de um lich (si é que consegue usar) mas em menor grau, pode ficar forte mas com suas limitações variadas como qualquer ser vivo, e ate mais dependendo do quão ruim está sua situação.

Eles podem subir na hierarquia mas é mais difícil para eles.

 

-Uma filactéria pode deixar de ser imperfeita?

Resposta curta: Não. Mas em teoria é possível diminuir as imperfeições e se tornar um lich mais forte e passar de um grau de imperfeição a outro, subindo com menos imperfeições, mas isso demanda estudo, experimentos, e compreensão. Por isso lichs ate criam outros lichs ou experimentam com a própria filactéria coisa que pode destruir a si mesmos, tudo para fazer experimentos para melhorar a si mesmos, também tem casos contrários em que eles estudam sua filactéria para se destruírem pois não suportam mais a eternidade ou para deixarem de serem lichs e se tornarem outra coisa, ficarem mais fortes ou ate voltar a serem vivos coisa quase impossível, mas lembra o que escrevi antes sobre os limites de um lich? Apenas imaginação e conhecimento, se ele aprender a como fazer ele só precisa ir tentando ate conseguir, claro que isso se aplica a um lich completo, mas mesmo os completamente imperfeitos podem conseguir se superarem as adversidades e com estudo e pesquisa descobrirem como, isso vale para todos os lichs é assim que funciona seus limites basicamente, desde que a filacteria esteja a salvo.

 

-Tipos diversificados de Lich:

Aqui vou explanar alguns dos mais vistos todos eles podem ser desde perfeitos ate completamente imperfeitos, aqui é mais pela aparência ou condição de ‘nascimento’.

-Lich padrão: Um lich que usa o corpo de quando estava vivo, geralmente fica com aspecto ósseo ou magro seja por que não quer gastar energia em manutenção do corpo ou por que não consegue.

-Lich mumificado: Semelhante ao padrão mas ele mumificou o corpo que usa.

-Lich oniforma: lich que consegue manipular o corpo, tanto em aparência quanto em tamanho e formas.

-Lich sintético: Um lich que usa um corpo sintetizado esteja vivo ou não.

-Lich de ossos: Aqui geralmente o corpo se mantém seja por opção ou não em um estado de ser um esqueleto podendo estar fossilizado, cristalizado ou em alguns casos revestidos de metal, ou ate mesmo feito de outros materiais. Mas o motivo de receber esse nome não é pela aparência (afinal é quase um lich padrão) mas por que a filactéria é um ou mais ossos do corpo do lich, se for de alto escalão nem precisa que o osso filactéria seja parte do corpo e assim pode ter outras aparências.

-Lich espectral: Aqui ele parece um fantasma/espectro mas diferente de um fantasma o corpo que vemos é uma projeção ou constructo de energia e a filactéria contendo a alma está geralmente no centro/tórax ou cabeça do corpo energético(apesar que pode ser movida), nestes raros casos a filactéria pode ser feita puramente de energia como um casulo, é o tipo mais frágil(filactéria mais suscetível a ataques) de lich mas igualmente perigoso.

-Lich armadura vivente: Semelhante ao lich espectral mas a filactéria pode ser parte da armadura ou ate osso(s). A aparência é de uma armadura possuída mas diferente desta ele tem de fato uma filactéria.

Lich involuntário: Pode ser qualquer um acima mas se tornou lich contra vontade ou sem querer podendo ter sido um experimento, ou ter se aferrado tão intensamente a vida/sentimento que a alma selou-se em algo, no caso ele não necessariamente sabia necromancia mas passa a ter alguma noção.

Lich acidental: Pode ser qualquer um acima mas no caso se tornou um lich por acidente. Como assim? Simples a alma foi selada em um objeto e acabou se tornando uma filactéria, ate se confunde com o lich involuntário.

Semi-lich: Não tem como ser meio ou parte morto vivo, nem deveria existir mas no caso seria um vivo que selou a alma de alguma maneira com sucesso separando sua consciência ou ate mesmo que esteja selando a alma aos poucos sendo portanto neste caso apenas uma fase de transição.

Mas sinceramente não tem isso de semi qualquer espécie de morto-vivo, exemplo, um Dhanpir é o filho de um vivo com um vampiro(coisa quase impossível mas viável pelo nº de tentativas matematicamente e pelo poder de simular ou gerar gametas vivos), geralmente humano ou elfo, o(a) dhanpir é um morto-vivo com as mesmas fraquezas de um morto vivo genericamente falando mas no caso ele não tem a maldição de vampiro, não pode criar outros vampiros e nem é particularmente fraco contra luz solar e não tem aversão a coisas sagradas (mesmo que fraco a magia sagrada) fora isso tem os mesmos poderes de um vampiro, e se tiver um filho com um vivo coisa pouco provável (mas o próprio fato de um dhanpir nascer é pouco provável) será um vivo ou um dhanpir dependendo de a quem puxar, não existe isso de ser parte morto-vivo (ou você ta vivo ou morto, ou é um morto-vivo) mesmo que você seja vivo e tenha um ou mais órgãos mortos mas funcionando por magia por exemplo você ainda é um vivo.

 

-Quem pode se tornar um lich?

Basicamente qualquer ser racional, humano, elfo, dragão, tritão etc, que fizer um ritual ou algo semelhante que crie uma filactéria.

 

-Como se tornar um lich?

Geralmente com um ritual, ao longo da historia muitas formas surgiram para supostamente adquirir a imortalidade mas resumindo aos lichs, temos como mais conhecidos o ritual da noite eterna e o ritual da ascensão do Lich, independentemente do ritual ou método todos requerem algumas coisas em comum, como um objeto para armazenar a alma, energia para suprir o ritual, uma forma de morrer e preferencialmente uma mente forte ou uma vontade forte e decidida, ou ate mesmo um desejo intenso.

Claro não vou dar um passo a passo.

Geralmente o objeto candidato a ser filactéria passa um bom tempo em posse do dono antes.

Já os detalhes do ritual em si nem vou dizer mas no final geralmente acaba com o pretendente morto ao invés de se tornar um lich.

 

Como destruir um lich?

Já disse que é destruindo sua filactéria, mas pode não ser tão simples, dependendo do que é a filactéria e do nível de poder pode-se ter que lidar com diferentes tipos de proteção e no final partir ela ao meio pode não ser suficiente para acabar de vez com o lich, no geral recomendo destruir, rasgar e esmigalhar o máximo que puder, um lich perfeito por exemplo poderia reorganizar a alma de forma a caber em um fragmento o suficiente estável da filactéria original claro que quanto mais imperfeita menos provável que isso ocorra.

 

Extras:

Lich ou lich? Siga as regras de escrita normal, se for referindo como nome de pessoa é Lich, se for espécie vai ser L apenas no começo de textos. O plural é lichs.

Existe feminino da palavra lich? Não, é uma palavra definida pelo artigo, ‘o lich’ ou ‘a lich’.

Um lich pode ter necessidades biológicas? Não, mas ele pode simular ou fazer órgãos funcionar ate certo ponto, ou pode usar um corpo sintetizado que esteja vivo ou órgãos sintetizados e vivos para poder comer beber etc. Depende do conhecimento dele e se consegue ou não fazer isso.

Qual o limite de poder de um lich? Indo ao extremo, como qualquer ser imortal ele pode atingir a ultipotencia através de seus estudos, praticas e pesquisas.

O que é necromancia? É uma mancia, especificamente a arte de prever o futuro através dos mortos e espíritos. Isso mesmo isso de fazer os mortos se erguerem, criar mortos vivos, manipular miasma não faz parte da necromancia originalmente falando mais foi atribuída a esta provavelmente por crendice popular e por enganadores/charlatões que se diziam necromantes o suficiente poderosos para fazer os mortos levantarem e daí se agregou a manipulação de miasma pela cultura popular que seria supostamente um gás/energia que os mortos exalariam, pegaram toda essa fantasia e acrescentaram ao pacote de necromancia e daí temos o que é hoje.

Alias mancias é um domínio de um método de adivinhação do futuro, por exemplo:

 Ceromancia é a forma de adivinhação através da interpretação da chama e cera de alguma vela. Não vou ensinar afinal se lida com fogo.

Cleifomancia é o método de adivinhação através do movimento da chave suspensa por um cordão.

E aleuromancia é o método de adivinhação através dos biscoitos da sorte! Por acaso você já comeu um biscoito da sorte?

Alias nigromancia é a arte de prever o futuro com sangue, ela e a necromancia por vezes são consideradas uma coisa só.

 

Bem se eu lembrar de mais algo atualizo o post, sintam-se livres para perguntar ou argumentar qualquer coisa.

 

“Alguma vez você já escutou o chamado?”

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5 RESPOSTAS
Careca Calvo
Aronguejo
Aronguejo

Caramba Super Maneiro mano, tu escreve muito bem, gostei demais vou usar essas informações para dar mais profundidade aos meu Lichs na minha Aventura de RPG.
Vc deu tantos detalhes quanto os escritos e tomos feitos pelo Mordenkainen sobre inimigos.
Alias para saber disso tudo vc me parece tão poderoso quanto o Mago Mordenkainen... Talvez vc mesmo é um 1LICH1 Completo.
1LICH1
Barão
Barão

Haha, não tenho que ocultar, sou mesmo. Obrigado e sinta-se a vontade para usar esse conhecimento.

 

"Alguma vez você já escutou o chamado?"

Maugt
Tropa
Tropa

O Lich, pode ser criado diferente, de acordo com o universo?

Por exemplo, eu crio um Lich, mas nesse universo quero cria uma diferença entra Escuridão e Trevas, como eu colocaria poderes nele? Nas trevas ou Escuridão?

Olá, Maugt, um lich segue o padrão da descrição que eu dei, tem uma filactéria criada por um ritual ou evento que simule um, seus poderes são os natos que eu descrevi além dos que ele já tinha antes e venha a ter por estudos e praticas/experimentos.
Então em um universo alternativo talvez as coisas pudessem funcionar diferente mas pelo que eu entendi você se refere aos poderes então basicamente se no universo tiver diferença entre trevas e escuridão o lich pode ter poderes de ambas formas ou da forma que ele praticou em vida ou venha a praticar como lich por estudos e afins, um lich continua sendo o mesmo indivíduo que era em vida, então se em vida ele usava trevas ele ainda vai poder usar como lich, ou se ele não usava mas venha a descobrir como usar ele pode usar.

Então indo ao grano, se o personagem em vida usava escuridão como lich ele também usa, se usava ambos em vida então como lich ele também usa, então para você fazer essa diferença você deve apontar o que ele era e fazia em vida, se ele já tinha o poder em vida ele continua tendo como morto-vivo. Mas vamos para o caso que ele não usava em vida e se tornou um lich, digamos então que ele passa a pesquisar, vai atrás de tomos, escritos e pessoas que tem o poder (de trevas ou escuridão) se ele estudar e compreender como funciona ele pode vir a conseguir reproduzir e ter tal poder.

Resumindo você deve se atentar a origem do lich, como ele era em vida e quais seus poderes de vivo? Depois você deve se questionar se ele viria ou não a estudar um poder que ele não tem para passar a ter, lembrando que ao estudar uma magia diferente do que ele sabia em vida ele pode começar como um novato nessa magia, mas se o nível de imperfeição for alto ele pode ter que resolver esse problema (através de anos de pesquisa e experimentos) para poder usar poderes incompatíveis mesmo que ele entenda como funciona, ou pelo menos usar algum equipamento que ajude quanto a compatibilidade como cajados elementais ou cristais de essência elemental para o elemento em questão assim ele pode usar mesmo sendo incompatível desde que entenda como funciona.

 

Vou dar um exemplo: Um elfo nobre que tinha nata capacidade de usar as trevas, um dia vira um lich e depois de alguns anos ele passa a estudar outras magias/poderes, ele faz experimentos e busca materiais de pesquisa, usa ate os vivos para seu propósito, por fim ele passa a compreender a escuridão e como usar ela, ele não encontra impedimentos então ele passa a praticar e aos poucos dominar esse poder.


"Alguma vez você já escutou o chamado?"

Mango Sent
Moderação
Moderação

Boa leitura realmente O:

Só conhecia Lichs de nome, expansão do wow shuahsuashuash, fora isso não sabia mais nada